Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Centro-direita é reeleita em Portugal, enquanto esquerda enfrenta derrota histórica

Partido Socialista enfrenta a pior derrota desde a década de 1980.

0:00
Carregando...
0:00

A coligação de centro-direita Aliança Democrática, liderada pelo primeiro-ministro Luís Montenegro, foi reeleita nas eleições legislativas de Portugal em 18 de maio de 2025, com 32,7% dos votos. O Partido Socialista e o partido de extrema-direita Chega empataram em segundo lugar, com cerca de 23% cada. Montenegro, que assumiu o cargo em 2024, destacou a importância de valorizar o trabalho dos portugueses e prometeu apertar as regras de imigração. A nova composição do parlamento terá 89 assentos para a Aliança Democrática, 58 para o PS, 58 para o Chega, 9 para a Iniciativa Liberal, 6 para o Livre, 3 para a CDU e partidos menores com 1 assento cada. O PS, sob Pedro Nuno Santos, sofreu sua pior derrota desde a década de 1980, levando à sua saída da liderança. O Chega se consolidou como a segunda maior força política, com seu presidente André Ventura afirmando que o partido “matou o bipartidarismo”. Um dos temas centrais da eleição foi a mudança nas regras para a cidadania, com a AD propondo aumentar o tempo de residência para imigrantes de cinco para até dez anos. A participação do eleitorado foi maior, com uma taxa de abstenção de 35%, a mais baixa em 30 anos.

Com mais de 99% das urnas apuradas, a coligação de centro-direita Aliança Democrática (AD), liderada pelo primeiro-ministro Luís Montenegro, foi reeleita nas eleições legislativas de Portugal, realizadas no domingo, 18 de maio de 2025. A AD obteve 32,7% dos votos, enquanto o Partido Socialista (PS) e o partido de extrema-direita Chega empataram na segunda colocação, com cerca de 23% cada.

A vitória da AD já era prevista por pesquisas de boca de urna, que indicavam uma disputa acirrada entre o PS e o Chega pelo segundo maior número de assentos no parlamento. Montenegro, que havia assumido o cargo em 2024 após vencer as eleições daquele ano, retorna ao poder após uma breve queda em março. Em seu discurso, ele enfatizou a importância de valorizar o trabalho e os rendimentos dos portugueses, além de prometer um aperto nas regras de imigração.

Resultados e Consequências

A nova composição do parlamento será a seguinte: AD com 89 assentos, PS e Chega com 58 cada, Iniciativa Liberal com 9, Livre com 6, CDU com 3, e partidos menores com 1 assento cada. O PS, sob a liderança de Pedro Nuno Santos, sofreu sua pior derrota desde a década de 1980, levando Santos a anunciar sua saída da liderança.

O crescimento do Chega é notável, consolidando-se como a segunda maior força política em Portugal. O presidente do Chega, André Ventura, declarou que o partido “matou o bipartidarismo em Portugal”, agradecendo aos eleitores pela confiança. A AD, agora, precisará de alianças para governar, um cenário já esperado.

Temas Centrais da Eleição

Um dos principais temas abordados nas eleições foi a mudança nas regras para a concessão da cidadania portuguesa. A AD propõe aumentar de cinco para até dez anos o tempo mínimo de residência para imigrantes solicitarem a nacionalidade, o que pode impactar os mais de 500 mil brasileiros que residem em Portugal. A participação do eleitorado foi maior nesta eleição, com uma taxa de abstenção de 35%, a mais baixa em 30 anos, refletindo um crescente engajamento político.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais