- A Europa continua sendo a maior região produtora e exportadora de chocolate, com o mercado avaliado em cerca de US$ 52 bilhões no ano passado.
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- Projeções apontam crescimento para US$ 52,38 bilhões em 2026 e cerca de US$ 65,78 bilhões em 2031, impulsionado pela tendência de premiumização e demanda sazonal.
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- Alemanha e Bélgica lideram o setor no continente, com a Alemanha respondendo pelo maior volume de vendas e a Bélgica pela alta valorização de produtos premium.
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- Polônia aparece como terceira maior exportadora por valor na UE, com exportações de cerca de €2,49 bilhões em 2025 e inflação de aproximadamente 32%.
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- Holanda atua como eixo logístico e principal processadora de cacau, com o Porto de Amsterdã como ponto de entrada de cacau, tornando-se líder na importação de grãos e exportação de manteiga e pó de cacau.
A indústria de chocolate europeia mantém-se no pico da produção, reafirmando sua posição como líder global no processamento de cacau e nas exportações. A região segue sendo a maior produtora e exportadora mundial, com a cadeia de suprimentos centralizada no continente.
Dados de 2024 apontam valor de mercado europeu em torno de US$ 52 bilhões. Estudos indicam crescimento até 2026, chegando a US$ 52,38 bilhões, e projetam salto para cerca de US$ 65,78 bilhões em 2031, impulsionados pela premiumização e demanda sazonal.
A Europa também é a principal importadora de cacau cru e de produtos semiacabados, incluindo pasta, manteiga e pó. Portos do Mar do Norte atuam como hubs logísticos, com consumo per capita elevado na região.
Germany e Belgium continuam como pilares do setor, dominando produção e exportação. Alemanha, segundo Eurostat, teve vendas de chocolate e preparações de cacau estimadas em €9,42 bilhões em 2025, duplicando a presença no mercado interno da UE.
Belgium figura como referência de premiumização, com exportações de €3,04 bilhões em 2024, destacando a qualidade de pralines e ovos de Páscoa de luxo. Antwerp e Bruges mantêm-se como portas de entrada de matéria-prima.
Polônia surge como surpresa no mapa europeu, ocupando a terceira posição em valor de exportação da UE. Em 2025, suas vendas externas somaram €2,49 bilhões, com alta inflação de cerca de 32% no setor.
Os Países Baixos completam o quarteto de destaque, atuando como eixo logístico. Embora exports de chocolate acabados cheguem a €1,21 bilhão, o país é o maior processador de grãos de cacau e o Porto de Amsterdam recebe as importações.
Porta de entrada de cacau cru, os holandeses também são importantes exportadores de manteiga e pó de cacau, componentes-chave para fabricantes alemães, belgas e poloneses. A liderança europeia parece consolidada para 2025 e além.
A dinâmica regional revela crescimento apesar de custos de produção mais elevados e restrições de oferta. Consumidores enfrentam preço maior neste período, refletindo o cenário de custos operacionais e cadeia de suprimentos.
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