O deputado federal Pedro Paulo, do PSD, está se preparando para concorrer ao Senado após não ter sido escolhido como vice na chapa de reeleição do prefeito Eduardo Paes. Enquanto isso, o PT busca recuperar a vaga que não ocupa desde 2010, com Benedita da Silva como candidata e Washington Quaquá articulando apoio a Alessandro Molon, do PSB. A eleição do diretório estadual do PT está marcada para julho e a disputa interna se intensifica. Quaquá quer que seu filho, Diego Zeidan, lidere o diretório, enquanto o grupo de Lindbergh Farias apoia Benedita. A divisão entre esses grupos pode repetir o que aconteceu em 2022, quando a esquerda se fragmentou e perdeu a eleição para o Senado. Além disso, há discussões sobre o apoio ao prefeito Paes, com um grupo defendendo aliança imediata e outro pedindo cautela.
O deputado federal Pedro Paulo, do PSD, surge como candidato ao Senado após não ser escolhido como vice na chapa de reeleição do prefeito Eduardo Paes. O PT, por sua vez, busca retomar a vaga ocupada por Lindbergh Farias em 2010.
A disputa interna no PT do Rio de Janeiro se intensifica com a candidatura de Benedita da Silva ao Senado e a articulação de Washington Quaquá para apoiar Alessandro Molon (PSB). A eleição do diretório estadual está marcada para julho, e os dois grupos têm visões distintas sobre a estratégia política.
O grupo de Quaquá, que é vice-presidente nacional do PT e prefeito de Maricá, defende a candidatura de Diego Zeidan, seu filho, para liderar o diretório estadual. Quaquá também articula apoio a Molon, visando uma aliança ampla. Em contrapartida, o grupo de Lindbergh apoia Benedita, que declarou: “Desde Lindbergh, não voltamos a ocupar essa cadeira. Nós queremos resgatá-la.”
A divisão entre os dois grupos preocupa aliados, que temem repetir o cenário de 2022, quando a esquerda se fragmentou entre Molon e André Ceciliano (PT), resultando na reeleição de Romário (PL). A postura em relação a Paes também gera divergências: enquanto Quaquá defende apoio imediato, o grupo de Benedita prega cautela.
Além disso, o PL deve ter dois candidatos ao Senado na chapa de Rodrigo Bacellar: Flávio Bolsonaro e Cláudio Castro. A disputa pelo Senado no Rio de Janeiro promete ser acirrada, com diferentes estratégias e alianças sendo formadas à medida que as eleições se aproximam.
Entre na conversa da comunidade