- A Polícia Federal deflagrou uma operação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro em 18 de agosto, com busca e apreensão em sua residência em Brasília.
- A ação foi motivada por suspeitas de coação no curso do processo, obstrução à Justiça e risco de fuga.
- Bolsonaro foi obrigado a usar tornozeleira eletrônica e enfrenta restrições de comunicação e recolhimento domiciliar noturno.
- Um levantamento da Quaest mostrou que 59% das menções nas redes sociais apoiaram a operação, enquanto 41% a criticaram.
- A PF apreendeu pelo menos US$ 14 mil na residência de Bolsonaro, e as ações foram respaldadas pela Procuradoria-Geral da República.
A Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta sexta-feira, 18 de agosto, resultando em busca e apreensão em sua residência em Brasília. A ação foi motivada por suspeitas de crimes como coação no curso do processo, obstrução à Justiça e risco de fuga do país. Como parte das medidas, Bolsonaro foi obrigado a usar tornozeleira eletrônica e está sujeito a restrições de comunicação e recolhimento domiciliar noturno.
Um levantamento da Quaest, divulgado no dia seguinte, revelou que 59% das menções nas redes sociais apoiaram a operação, enquanto 41% criticaram a ação e defenderam o ex-presidente. O estudo monitorou 1,3 milhões de menções nas plataformas X, Instagram, Facebook, Reddit, Tumblr e YouTube, identificando um pico de engajamento significativo. Aproximadamente 418 mil autores únicos comentaram sobre o tema, com uma média de 72 mil interações por hora.
Entre os apoiadores da operação, expressões como “Bolsonaro na cadeira” e “grande dia” foram comuns. Por outro lado, os críticos frequentemente usaram termos como “censura” e “abuso de poder”, especialmente em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao ministro Alexandre de Moraes, que autorizou a operação. O nome de Jair Bolsonaro teve um aumento de cinco vezes nas buscas no Google em comparação à média de junho, refletindo o impacto da operação na opinião pública.
Além das medidas restritivas, a PF apreendeu ao menos US$ 14 mil na residência de Bolsonaro. As ações foram respaldadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que considerou as evidências apresentadas pela PF suficientes para justificar as restrições impostas ao ex-presidente.
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