- Ghislaine Maxwell, ex-associada de Jeffrey Epstein, foi entrevistada por nove horas pelo procurador-geral adjunto dos Estados Unidos, Todd Blanche, em uma prisão na Flórida.
- Maxwell cumpre uma pena de 20 anos por tráfico sexual e sua colaboração gerou especulações sobre um possível indulto.
- Durante a entrevista, ela mencionou mais de 100 nomes, e seu advogado afirmou que ela respondeu todas as perguntas de forma honesta.
- O ex-presidente Donald Trump, que minimizou a situação, enfrenta crescente pressão política, especialmente após protestos durante sua visita à Escócia.
- O Comitê de Supervisão da Câmara dos Deputados convocou Maxwell para comparecer no próximo mês, e sua defesa ainda não decidiu sobre o interrogatório.
Ghislaine Maxwell, ex-associada de Jeffrey Epstein, foi entrevistada por nove horas pelo procurador-geral adjunto dos EUA, Todd Blanche, em uma prisão federal na Flórida. Maxwell cumpre uma pena de 20 anos por tráfico sexual e sua colaboração levanta especulações sobre um possível indulto.
A entrevista, que ocorreu em Tallahassee, é considerada uma operação sem precedentes, gerando dúvidas sobre as intenções da administração de Donald Trump. A pressão sobre o ex-presidente aumenta, especialmente com protestos durante sua visita à Escócia. Trump minimizou a situação, afirmando que não pensou em um perdão para Maxwell, embora tenha reconhecido que possui a autoridade para concedê-lo.
Maxwell, que foi condenada por atrair e abusar de menores, citou mais de 100 nomes durante a conversa com Blanche. Seu advogado, David Markus, afirmou que ela respondeu todas as perguntas de forma honesta e não se negou a colaborar. A imunidade parcial concedida a Maxwell permitiu que ela falasse livremente, mas o conteúdo das entrevistas permanece em sigilo.
A situação se complica para Trump, que já foi amigo de Epstein. Recentemente, ele foi informado de que seu nome aparece em documentos relacionados ao caso, o que o levou a mudar sua postura. Durante sua viagem à Escócia, Trump foi questionado sobre o indulto e reiterou que não é o momento de discutir o assunto, embora suas respostas tenham alimentado especulações.
A pressão política em torno do caso Epstein continua a crescer, com o Comitê de Supervisão da Câmara dos Deputados convocando Maxwell para comparecer no próximo mês. A defesa ainda não decidiu se concorda com o interrogatório, enquanto o fantasma de Epstein persiste na política americana.
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