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Avião é desviado após agressão a membro da tripulação nos Estados Unidos

Homem de 24 anos é preso após agir de forma violenta em voo da American Airlines; ele pode enfrentar até 20 anos de prisão.

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Um homem de 24 anos, Julius Jordan Priester, foi preso em um voo da American Airlines após agir de forma estranha. Durante o trajeto de Connecticut para Chicago, ele começou a tirar a camisa e gritar por ajuda, antes de agarrar um comissário de bordo e jogá-lo ao chão, tentando arrastá-lo pelo corredor. Outros passageiros ajudaram a contê-lo, e o capitão do voo declarou emergência, fazendo a aeronave retornar ao aeroporto. Após a aterrissagem, Priester foi levado para um hospital e, em seguida, preso. Ele enfrenta acusações de interferência com a tripulação, que podem resultar em até 20 anos de prisão. Os promotores pediram sua detenção preventiva devido a antecedentes criminais, incluindo uma condenação por agressão. A audiência de fiança está marcada para sexta-feira.

Um homem de 24 anos, Julius Jordan Priester, natural de Wichita, Kansas, foi preso após um incidente em um voo da American Airlines. O ocorrido se deu na noite de terça-feira, quando Priester começou a agir de forma errática durante o trajeto do Aeroporto Internacional Bradley, em Connecticut, para Chicago.

De acordo com promotores federais, Priester começou a tirar a camisa e gritar por ajuda, antes de agarrar um comissário de bordo e jogá-lo ao chão. Ele tentou arrastá-lo pelo corredor, ignorando os pedidos da tripulação para que parasse. Passageiros intervieram e conseguiram contê-lo, enquanto o capitão do voo declarou emergência, resultando no retorno da aeronave ao aeroporto de origem.

Após a aterrissagem, a Polícia Estadual de Connecticut retirou Priester do avião e o levou a um hospital para avaliação. Ele foi preso no local e agora enfrenta acusações de interferência com a tripulação, um crime que pode resultar em até 20 anos de prisão. Priester permanece sob custódia, aguardando uma audiência de fiança marcada para sexta-feira.

Os promotores solicitaram a detenção preventiva de Priester, citando seus antecedentes criminais, que incluem uma condenação por agressão agravada e uma violação de condicional. O defensor público de Priester, Josh Ewing, não comentou o caso até o momento.

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