- Gael abriu discretamente no Baixo Pinheiros, escondido pela muvuca da sorveteria Frida e Mina no mesmo imóvel.
- O espaço é amplo, ajardinado e tem áreas ao ar livre, acessível por um corredor estreito.
- As entradas incluem bolinho de arroz encharcado de óleo (R$ 20, 12 unidades) e bruschetta com cobertura simples (R$ 27, duas unidades).
- Entre os pratos principais, o picadinho com bacon chega com farofa, ovo de gema mole, arroz soltinho e feijão encorpado; o almoço executivo sai por R$ 62 com entrada e sobremesa, e a costela suína prometida para sete horas de cozimento chega seca, com purê de mandioquinha e agrião (R$ 59).
- As sobremesas são a torta de banana com canela (R$ 18) e o pavê de chocolate (R$ 19; doces bem do gosto de quem gosta de doce intenso); há previsão de inauguração da Padaria Filosófica no mesmo complexo ainda este mês.
O Gael abriu discretamente no Baixo Pinheiros, em um espaço que fica dentro de um complexo já conhecido pela presença da sorveteria Frida e Mina. O acesso acontece por um corredor estreito, que revela um amplo ambiente ajardinado com áreas ao ar livre.
O local mantém uma estética agradável, contrastando com a sensação de desestímulo da culinária que chega à mesa. A visita revela porções com boa apresentação, porém com falhas de textura em alguns itens.
Entre os itens do cardápio, a porção de bolinho de arroz vem com excesso de óleo, oferecendo 12 unidades por cerca de R$ 20. A bruschetta tem cobertura simples, fresca, mas apresenta mordida rígida que compromete a experiência.
A sopa varia entre opções frias e quentes, mas a elevação de densidade e a ausência de tempero marcante reduzem o impacto do prato. A curiosidade pela variedade não é suficiente para compensar a falta de nuance.
Entre os pratos principais, o picadinho se destaca, com bacon, farofa, ovo mole, arroz soltinho e feijão encorpado. O conjunto é servido no almoço executivo com entrada e sobremesa por R$ 62.
A moqueca de banana com palmito-pupunha recebe méritos pela leveza proporcionada pelo leite de coco caseiro, ainda que faltem dendê e coentro para lembrar o sabor baiano tradicional. O tempo de cocção da banana exige ajuste.
A costela suína, prometida para sete horas de cozimento, chega servida seca e sem sabor, acompanhada de purê de mandioquinha com agrião, cuja textura lembra mingau e não agrada de modo uniforme (R$ 59).
Das sobremesas, a torta de banana agrada pela combinação com canela (R$ 18). O pavê de chocolate tende a agradar quem prefere doces muito doces (R$ 19).
A previsão de inauguração da Padaria Filosófica, no mesmo complexo, está marcada para este mês. A projeção é que o espaço também acolha manifestações culturais.
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