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Restaurantes em SP oferecem pratos típicos do norte do Brasil

Culinária amazônica ganha espaço em São Paulo, com DaSelva e cards com tambaqui, pirarucu e tucupi, ampliando visibilidade cultural e gastronômica

Banda de tambaqui do DaSelva, servida com baião de dois com feijão-manteiguinha, banana-da-terra, vinagrete e molho de pimenta com tucupi
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  • DaSelva, restaurante varejo amazonense na Consolação, oferece banda de tambaqui com baião de feijão-manteiguinha, banana e tucupi; prato sai a R$ 150 e serve até três pessoas.

  • O movimento de culinária amazônica em São Paulo ganhou fôlego desde 2008, com espaços como Amazônia Casa Brasileira no Bixiga e pratos como pato no tucupi e maniçoba.

  • Quintal Paraense, que começou como food truck na Augusta, tornou-se restaurante na Casa Verde, mantendo filas aos fins de semana.

  • Na zona sul, Vila Mariana abriga nomes como Namazônia e Casa Tucupi, além da Casa do Pará no Morumbi; em Itaim Bibi, o Banzeiro recebeu Bib Gourmand do Michelin.

  • A distribuidora Combu, de Marina Cabral, impulsiona produtos amazônicos na cidade, promovendo a visão da culinária amazônica como parte da gastronomia brasileira.

Conheça restaurantes que servem pratos típicos do norte do Brasil em SP. O foco é apresentar opções na cidade, destacando o que oferecem, onde funcionam e por que ganham espaço entre paulistanos. A gastronomia amazônica ganha visibilidade pelas raízes culturais.

Este mês, um novo restaurante amazônico abriu na Consolação, em frente à biblioteca Mário de Andrade. O DaSelva disponibiliza banda de tambaqui como carro-chefe, acompanhada de baião de dois, banana-da-terra e tucupi com pimenta.

O cardápio também traz filé de pirarucu grelhado, caldeirada de tambaqui e pudim de tapioca com cumaru. Pratos têm preço acessível e porções que atendem a mais de uma pessoa. O local planeja abrir um empório no segundo andar.

A origem do movimento remonta aos anos 1980, quando a culinária amazônica ganhou projeção no Brasil. Chef Paulo Martins ajudou a popularizar pratos regionais em Belém e levou ingredientes a projetos internacionais.

Em São Paulo, o movimento ganhou fôlego com estabelecimentos como o Amazônia Casa Brasileira, no Bixiga, e o Tucupi na Vila. Esses restaurantes valorizam sabores de peixe, feijão, maniçoba e caruru, entre outros.

Outra iniciativa relevante é a atuação de Marcelina Cabral e da distribuidora Combu, que mantém atuação desde 2015 com produtos amazônicos. O interesse do público paulistano tem crescido de forma constante.

A consolidação do tema ocorre também com chefs que promovem a cultura local por meio de cardápios sazonais. O público demonstra abertura para experimentar pratos tradicionais sem rótulos de exótico.

Entre os pratos emblemáticos, destacam-se tacacá, vatapá e arroz paraense, além de peixes amazônicos e tucupi. O movimento incentiva o preparo caseiro e a difusão de ingredientes regionais na cidade.

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