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Momento que mudou tudo: namorado desapareceu em 11 de setembro

A ausência de Chris em onze de setembro redefine um amor primal e indissolúvel, moldando vinte e cinco anos de casamento

‘We were still figuring things out’ … Lauren with Chris, in New York in 2001.
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  • A autora conheceu Chris em um bar universitário de Oxford, em 1997, e rapidamente passaram a namorar, mantendo o relacionamento entre Carolina do Norte, Londres e Nova York.
  • Depois da graduação, ela foi para Londres fazer um mestrado e ele a acompanhou para trabalhar nos Estados Unidos; viveram juntos em Manhattan.
  • No 11 de setembro de 2001, Chris ficou no mínimo próximo ao World Trade Center e, ao ouvir sobre o ataque, saiu para ver o que ocorria; ele chegou em casa no fim da tarde, coberto de poeira.
  • Ao perceber a gravidade do ataque, ela sentiu raiva possessiva, mas isso a levou a refletir sobre o que o amor realmente significa e o que ele implica na vida de ambos.
  • Eles se casaram em 2003 e, ao longo de vinte e cinco anos, enfrentaram doenças, pressões financeiras e outros desafios, mantendo a certeza de que o relacionamento é seu.

A relação que mudou tudo: a manhã de 11 de setembro de 2001 deixou marcas em uma mulher que vivia em Nova York e no relacionamento com o namorado Chris, que estava na cidade e acabou envolvido nos ataques. A história é contada pela própria sobrevivente, com foco nos fatos que se seguiram.

O casal se conheceu em 1997, durante uma visita de estudantes norte-americanos à Universidade de Oxford. O romance ganhou força mesmo com a distância: ela voltava para a Carolina do Norte, ele ficava em Londres, depois migraram para Nova York para trabalhar. Em Manhattan, viveram sem filhos, com longas jornadas.

Em 11 de setembro, ela se preparava para trabalhar quando houve a explosão no World Trade Center. Assim que soube, acompanhou as informações pela televisão e buscou contatos com a família. Chris ficou retido no prédio onde trabalhava, a poucos quarteirões do local do ataque.

Reencontro e impacto

Horas depois, Chris conseguiu ligar; estava bem, apenas aguardando condições de saída. Ele retornou para casa no fim da tarde, coberto de poeira e cheiro de metal queimado, junto com sobreviventes que saíam de Manhattan. O susto intensificou o vínculo do casal.

A partir do episódio, a autora descreve sentimentos de raiva e proteção, aliados ao luto compartilhado com as milhares de pessoas afetadas pela tragédia. O relacionamento permaneceu estável ao longo dos anos, com o casamento realizado em 2003.

Hoje, a narrativa aponta que o vínculo entre eles se fortaleceu após a experiência de 11 de setembro. A sobrevivente afirma que o amor, marcado pela adversidade, se tornou uma certeza prática em suas vidas.

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