- Bia faz parte da terceira geração de cafeicultores no sul de Minas Gerais.
- Trajetórias como a dela, de apenas 10 anos, mostram que o café não se cultiva só na terra, mas também na alma.
- A menina acompanha a mãe e as avós nos cafezais desde a infância.
- Ela relembra a primeira vez que foi cuidar das mudas de café, removendo formigas e observando tudo de perto, o que despertou sua paixão pelo café.
Bia integra a terceira geração de cafeicultores no sul de Minas Gerais. Aletada pela tradição da família, ela participa das atividades que envolvem o cultivo do café, desde cedo.
A jovem de 10 anos acompanha a mãe e as avós nos cafezais, aprendendo com elas. Relata lembrar com carinho do momento em que esteve pela primeira vez em casa de plantio, ajudando a cuidar das mudas e observando o manejo das plantas.
A prática envolve atividades simples, como remover formigas e acompanhar o crescimento das mudas. O envolvimento precoce faz parte da rotina da família, que mantém o cultivo como solução econômica e tradição cultural da região.
A história de Bia exemplifica como o café é cultivado não apenas na terra, mas também na vivência familiar. O relato destaca a passagem de saberes entre gerações no cenário agropecuário do sul mineiro.
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