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Do conflito às vitrines, donuts ganham popularidade global

De alimento dos soldados na guerra a ícone global, donuts expandem-se com redes, sabores e formatos diversificados

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  • Origem holandesa: os “olykoeks” chegaram à América do Norte nos séculos XVII e XVIII, bolos de óleo fritos em gordura, com o miolo às vezes cru; em 1847, Hanson Gregory criou um buraco na massa para cozinhar de forma mais uniforme.
  • A Primeira Guerra Mundial impulsionou a popularização, com as voluntárias Donut Lassies servindo o doce a soldados na linha de frente, associando-o a conforto e lar.
  • Após o conflito, soldados voltaram às padarias e cafeterias, abrindo espaço para redes especializadas; Krispy Kreme surgiu em 1937 e Dunkin’ Donuts (Open Kettle, 1948) se tornou uma grande rede.
  • O donuts ganhou fama mundial, com variedade de sabores, recheios e formatos, indo de massa de baunilha a red velvet, coberturas e itens como geleias, cremes, Nutella e toppings diversos.
  • No Brasil, a presença começou no fim dos anos oitenta com a Dunkin’ Donuts, consolidando-se na década de dois mil com cafeterias artesanais.

Os donuts, símbolos da cultura americana, ganharam popularidade global ao longo do século XX, especialmente após a Primeira Guerra Mundial. Soldados e civis passaram a consumir o doce com mais frequência, associando-o ao conforto e à lembrança de casa.

Origens e popularização

Colonos holandeses levaram os “olykoeks” para a América do Norte nos séculos XVII e XVIII, bolos de óleo fritos e às vezes com recheio. Inicialmente, o miolo nem sempre ficava totalmente cozido, o que levou ajustes na preparação.

Em 1847, Hanson Gregory inventou um furo no meio da massa para permitir fritura mais uniforme. A Primeira Guerra Mundial consolidou a fama, com voluntárias da Salvation Army servindo donuts aos soldados na linha de frente.

As “Donut Lassies” criaram uma imagem romântica de doçura e conforto. Ao retornar do conflito, muitos soldados buscaram padarias e cafés, impulsionando o crescimento do mercado nos Estados Unidos.

Expansão de mercado e marcas

Empresários passaram a abrir lojas especializadas, expandindo a oferta de sabores, recheios e formatos. Em 1937, Vernon Rudolph fundou a Krispy Kreme, em Winston-Salem, primeira rede de peso no país. Em 1948, William Rosenberg inaugurou a Open Kettle, que virou Dunkin’ Donuts.

A partir dessas redes, o donut ganhou difusão mundial e se tornou referência na culinária americana, com variações que vão desde massas básicas até opções com recheios, coberturas e formatos diversos.

Variedade e formatos

Entre as bases, há massa de baunilha, chocolate e red velvet, frita ou assada. Recheios vão desde geleias e cremes até doce de leite e Nutella. Coberturas vão de glacê a chocolate, açúcar, mirtilo e caramelo, com formatos que incluem anel, recheados e barras.

Processo de preparo

A massa leva farinha, ovo, manteiga, açúcar, leite, fermento e sal. Após mistura, a massa é moldada, frita rapidamente em óleo quente para ficar sequinha, resfriada e, se desejado, coberta com confeitos antes de ir às lojas.

No Brasil

No Brasil, donuts costumam ter creme de baunilha, chocolate ou doce de leite. Tornaram-se comuns em celebrações como aniversários e festas temáticas, com presença marcante a partir do fim dos anos 1980 pela chegada da Dunkin’ Donuts e expansão na década seguinte. A década de 2010 consolidou a popularidade, com cafeterias artesanais contribuindo para a adesão.

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