- Cinco chefs participam da celebração do Dia do Churrasco, na sexta-feira, 24, revelando segredos para elevar a carne.
- Henrique Freitas ressalta a tríade fogo, grelha e carne, começando pela fonte de calor, pela qualidade da grelha e pela origem da proteína.
- Leonardo Azevedo valoriza o convívio, dizendo que o segredo está em reunir família e amigos em torno do fogo.
- Pedro Attayde enfatiza o controle da brasa e o tempo de preparo, além do equilíbrio com legumes, folhas amargas, picles e ervas.
- Diego Porto defende paciência no processo, sabendo quando virar a carne e deixá-la descansar, mantendo clássicos como farofa, vinagrete e pão.
O Dia do Churrasco ganhou destaque com a participação de cinco chefs que revelaram técnicas e segredos para a carne perfeita. A celebração ocorre na sexta-feira, 24, e envolve aspectos que vão desde a escolha da proteína até o manejo da brasa. O objetivo é demonstrar que o segredo está na preparação, não apenas no fogo.
Para Henrique Freitas, consultor de carnes do Grupo 348, o foco começa antes da carne chegar à grelha. O trio essencial é fogo, grelha e carne, com ênfase na origem do produto e no resultado desejado. O equilíbrio entre sabores e harmonizações também compõe a experiência.
Leonardo Azevedo, pitmaster do BBQ Lagoa, ressalta o convívio como parte do segredo. Além da técnica, a reunião de família e amigos em torno do fogo é apresentada como elemento definidor do churrasco moderno.
Pedro Attayde, do Brasa Jurema, destaca o controle da brasa como fator crucial. Uma brasa estável, sem labaredas, permite respeitar o tempo de cada corte, evitando que o exterior asse antes do interior. A visão se estende a legumes, picles e ervas para trazer equilíbrio.
Diego Porto, do Beefbar, enfatiza a paciência no processo. Saber o momento certo para cada corte, evitar furar a carne e deixá-la descansar são passos que impactam o resultado. Acompanhamentos clássicos como farofa, vinagrete e pão também são mencionados.
Gabriel Carvalho, CEO do Heat Group, resume que o churrasco envolve pessoas. A escolha de um bom produto, a paciência no preparo e a convivência ao redor da brasa transformam a prática em ritual, segundo ele. O conjunto inclui procedência, manejo do fogo e companhia de qualidade.
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