- Feira do Livro da Rocha ocorre na rua Rocha, no Bixiga, de sexta a domingo, com 64 atividades gratuitas.
- Segunda edição reúne 57 editoras e 30 organizações, com catálogos a preços mais acessíveis.
- Programação inclui palestras, oficinas, roteiros turísticos e apresentações musicais; todas as atividades são gratuitas.
- Tema central é Bem-Viver e a homenagem a Thereza Santos, com participação da comunidade e vizinhança.
- Espera-se cerca de 10 mil visitantes; apoio da Secretaria de Cultura e espaços como Bar do Seu Manoel e a Escola Paulista de Direito.
A Feira do Livro da Rocha volta à rua homônima, no Bixiga, em São Paulo, nesta sexta-feira (1) e vai até domingo (3). O evento é gratuito, ocupa cerca de 400 metros da via e reúne livrarias, editoras e comunitários com uma programação voltada ao tema Bem-Viver.
Organizadores destacam que a feira busca fortalecer o vínculo com a leitura e ampliar a diversidade cultural da região. Beto Ribeiro, livreiro e um dos responsáveis, coordena a curadoria ao lado de Felipe Roth Faya, Luciana Araújo e Bianca Mantovani. Ao todo, 64 atividades gratuitas compõem a programação.
Participam sete livrarias locais, entre elas Simples, Miúda, Faz de Conta, Barrilete, Banca Tatuí, Livraria da Nuvem e Livraria da Tarde. A iniciativa envolve ainda 30 organizações e 57 editoras com catálogos a preços mais acessíveis. O apoio institucional vem da Secretaria de Cultura.
A proposta é celebrar não apenas a literatura, mas a comunidade do Bixiga. A edição de 2026 mantém a proposta comunitária, ampliando a participação da vizinhança e integrando espaços como o Bar do Seu Manoel e a Escola Paulista de Direito para atividades públicas e debates.
Entre as atividades, estão aulas públicas com nomes de destaque, encontros com pesquisadores e sessões abertas sobre memória cultural. A curadoria planeja ações que dialogam com a história da região e com movimentos sociais, incluindo referências à memória negra local.
A organização estima receber cerca de 10 mil visitantes ao longo do fim de semana. O objetivo é atrair pessoas que não se consideram leitores e inserir o universo dos livros na vida cotidiana dos moradores do Bixiga.
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