- Especialistas dizem que a renegociação ajuda, mas é apenas um alívio temporário.
- É preciso mudança estrutural: entender quanto se ganha e quanto se gasta, anotando renda e despesas.
- A disciplina para não contrair novas dívidas, especialmente após o alívio, é essencial.
- Se não puder pagar à vista, recomenda-se adiar a compra e evitar dívidas caras, como cartão de crédito e cheque especial.
- Criar o hábito de poupar é fundamental para reduzir a dependência de crédito e enfrentar imprevistos.
Especialistas ouvidos pelo Jornal da Record afirmam que renegociar dívidas alivia a pressão financeira, mas não resolve o problema por completo. O ganho é temporário se não houver mudança de hábitos.
A ideia central é que a renegociação ajuda a quitar dívidas, porém requer disciplina para evitar novo ciclo de inadimplência, principalmente após o alívio decorrente do acordo.
Segundo os especialistas, o primeiro passo é mapear renda e despesas, colocando tudo no papel para decisões mais conscientes. Em seguida, evita-se contrair novas dívidas.
Outro ponto apontado é o uso de crédito caro, como cartão de crédito e cheque especial, com juros elevados. Caso não haja pagamento à vista, recomenda-se adiar compras.
Criar o hábito de poupar é essencial para reduzir a dependência de crédito e lidar com imprevistos, segundo os especialistas. A disciplina financeira é comparada à prática regular de exercícios.
A mudança de hábitos é apresentada como fundamental para deixar de viver sob o jugo das dívidas e manter o equilíbrio financeiro a longo prazo.
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