- Janaína Torres relembra o estrogonofe feito pela mãe, Rejane Rodas, prato que virou memória afetiva e ficou no cardápio do Bar da Dona Onça.
- Tássia Magalhães carrega a acerola colhida no quintal da mãe em Guaratinguetá, item que acompanha o Nelita desde a abertura do restaurante.
- Lucas Corazza recorda o bolo de aniversário preparado pela mãe, Emiliana, há mais de trinta anos, receita que marca os natais da família.
- Vivi Wakuda lembra o bolo de macaxeira com coco feito pela mãe, Fumie Wakuda, ligada a memórias de infância e à convivência entre receitas.
A Obsessão pela cozinha afetiva ganha espaço no Paladar neste segundo domingo de maio, com quatro histórias de chefs que recebem de suas mães uma chave para tradições da cozinha. O foco é como memórias e sabores se conectam ao presente do prato preparado.
O especial mostra como a relação entre mãe e filho molda escolhas na cozinha. Técnicas, ingredientes e hábitos passam de geração em geração, transformando receita em memória afetiva que aparece no cardápio e na prática do dia a dia.
Ao longo do texto, aparecem relatos de sabores que marcaram trajetórias. Cada história revela como o afeto se traduz em pratos, desde estrogonofe até bolos de aniversário, passando por frutas que vão além do paladar.
Estrogonofe de mãe: memória que inspira Janaína Torres
Janaína Torres relembra o estrogonofe feito pela mãe, Rejane Rodas. O prato ganhou espaço no Bar da Dona Onça, tornando-se memória afetiva que acompanha a chef. O prato traduz afeto e tradição na receita.
A história ressalta a importância da prática familiar na construção de identidade culinária. O estrogonofe tornou-se referência de sabor que permanece presente no encontro com clientes e amigos.
O relato destaca ainda a ligação entre infância e atuação profissional. O prato é citado como exemplo de como memórias influenciam escolhas no cardápio atual.
Acerola de mãe para filha: Tássia Magalhães e o Nelita
Tássia Magalhães carrega a acerola do quintal da mãe em Guaratinguetá. A fruta acompanha as criações desde a abertura do restaurante Nelita, atravessando menus e memórias da chef.
A relação com a fruta simboliza a continuidade entre lugar de origem e trajetória profissional. A acerola vira elemento de identidade na cozinha premiada nacionalmente em 2025.
A história mostra como ingredientes simples podem sustentar uma narrativa culinária. O vínculo familiar é apresentado como motor de inovação e consistência.
Emiliana e Lucas Corazza: bolo de aniversário que atravessa gerações
Lucas Corazza revive o bolo de aniversários assinado pela mãe Emiliana Corazza. A receita traz frutas secas e especiarias, e tornou-se símbolo natalino na família há mais de 30 anos.
A memória compartilhada se transforma em referência de prática familiar. A dupla revela como o bolo funciona como elo entre gerações e momentos de celebração.
O relato evidencia a transmissão de saberes: técnicas, temperos e ritmo de preparo passam adiante, mantendo a intimidade da cozinha entre mãe e filho.
Macaxeira com coco: Vivi Wakuda e a lembrança materna
Vivianne Wakuda recorda o bolo de macaxeira com coco feito pela mãe, Fumie Wakuda. Entre receitas trocadas, a confeitaria Yogashi mantém viva a memória da infância.
A ligação entre passado e presente aparece como traço norteador da carreira da confeiteira. Doce, infância e trajetória profissional se entrelaçam no relato.
A matéria ressalta como memórias afetivas orientam escolhas criativas. A cozinha se ancora na lembrança para sustentar a identidade da chef.
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