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Seis tipos de cobogós e suas aplicações em projetos

Cobogós ganham espaço na arquitetura: diversidade de materiais favorece iluminação, ventilação e identidade do projeto

[JÁ FOI ABRE] Bem iluminada pelos cobogós, a cozinha tem ilha engastada no pilar de concreto descoberto durante a obra, com bancada de granito cinza castelo escovado, da Marmoraria Sahara, que também está na área da pia. A lâmina natural de madeira freijó, na bancada e no gabinete, faz belo contraste com o piso vermelho de ladrilho hidráulico da Ornatos. Marcenaria e serralheria foram executados por marceneiro local
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  • O cobogó é utilizado para controlar a incidência solar, permitir luz difusa e ventilação, deixando a casa mais fresca sem ar-condicionado.
  • Existem vários tipos e formatos: esmaltado, concreto, cimentício, com opções circulares, quadradas e vazadas, que influenciam acabamento e estilo.
  • Peças esmaltadas oferecem maior facilidade de limpeza e resistência a manchas, adequadas para áreas de alto tráfego ou com crianças e pets; concreto é mais robusto e costuma aparecer em áreas externas.
  • O cimentício entrega acabamento mais uniforme, suave e refinado, funcionando bem em ambientes internos, enquanto o concreto revela traço mais rústico ou industrial.
  • A escolha deve considerar conforto térmico, privacidade e integração com o restante da decoração, mantendo coerência técnica e a função de ventilação e iluminação.

O cobogó, elemento arquitetônico brasileiro, ganha cada vez mais espaço na linguagem de projeto. Seu uso vai além da estética: regula a luz, a ventilação e o conforto térmico, mantendo a casa fresca sem ar condicionado. Diferentes materiais e formatos ampliam possibilidades de aplicação.

Tradicionalmente associado ao modernismo, o cobogó evoluiu para composições dinâmicas, com jogos de luz e sombra que definem a identidade do ambiente. Competitivamente, marcas e escritórios aparecem com propostas que variam da geometria simples a padrões mais complexos.

Esmaltado

A parede de cobogó esmaltado permite passagem de luz para cozinha e sala de jantar. A limpeza facilita-se pela resistência a manchas, ideal para casas com crianças ou animais de estimação.

A manutenção é simples pela baixa absorção de água, o que possibilita uso interno e externo sem perda de qualidade. O material esmaltado também oferece maior durabilidade frente ao desgaste.

Concreto

Painel de cobogó de concreto fecha varandas com formato contemporâneo. O concreto bruto confere resistência, comum em estilos industrial e moderno, suportando intempéries com baixa manutenção.

Quando usado com brises ou elementos maiores, o conjunto ganha expressão mais marcante. O material funciona como vedação decorativa, reforçando uma linguagem robusta sem abrir mão da funcionalidade.

Cimentício

Cobogós cimentícios apresentam acabamento mais uniforme e suave, distinguindo-se do concreto. Este tipo funciona bem em projetos mais refinados ou ambientes internos com desejo de delicadeza.

Comparado ao concreto, o cimentício entrega textura mais discreta, mantendo a passagem de luz e a ventilação. A escolha entre esses materiais depende do tom desejado pelo projeto.

Formatos e composições

Peças quadradas dialogam com propostas racionais, minimalistas e urbanas. Formas circulares criam fluidez, especialmente quando o verde está presente no entorno.

Ao selecionar o formato, é essencial considerar quem vai usar o espaço. Preferência pela harmonia entre o cobogó, o mobiliário e a decoração existente.

Vazados e adaptação

Cobogós originais reaparecem em projetos com portas de correr de vidro, mantendo iluminação e ventilação controladas. A possibilidade de fechar o espaço continua disponível.

Padrões vazados promovem maior iluminação sem perder a conexão com áreas externas. A presença de plantas e áreas de estar ajuda a entender a função do elemento no conjunto.

Versatilidade prática

Em áreas como cozinha, lavanderia e áreas de serviço, os cobogós podem dividir ambientes sem cortar a luz natural. A escolha entre densidade de aberturas influencia o conforto térmico e a privacidade.

A decisão pelo tipo de cobogó deve considerar a coerência com o restante da arquitetura. A peça correta enriquece a linguagem do cômodo sem comprometer a funcionalidade.

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