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Dia Nacional do Coquetel: drinks clássicos brasileiros se mantêm fortes em BH

Dia Nacional do Coquetel destaca tradição brasileira; em Belo Horizonte, caipirinha e drinks clássicos ganham cartas especiais, fortalecendo identidade cultural

Bares do Grupo Redentor, na Savassi, reforçam a ideia da tradição e memória nacional
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  • Dia Nacional do Coquetel é comemorado no dia 18, celebrando a história da coquetelaria brasileira e a caipirinha, que completa 100 anos em 2026.
  • A caipirinha, feita com cachaça, limão, açúcar e gelo, é associada à brasilidade e à cultura do interior, segundo o bartender Rafael Mello.
  • O rabo de galo, drink feito com cachaça, vermute tinto e angostura, é outra bebida símbolo, criada na década de cinquenta no Rio de Janeiro.
  • Em Belo Horizonte, bares como o Redentor, na Savassi, mantêm a tradição com caipirinhas e opções como batidinhas e o Macunaíma, criado pelo bartender João Carlos.
  • Cartas especiais de Dia Nacional do Coquetel apresentam releituras dos clássicos; a valorização de ingredientes locais e da cultura brasileira é destacada por especialistas.

O Dia Nacional do Coquetel foi celebrado nesta quarta-feira (18) em Belo Horizonte, com destaque para a coquetelaria brasileira. A data homenageia a origem da caipirinha, que completa 100 anos em 2026, e valoriza a história da bebida no país.

Bares da capital mantêm viva a tradição dos drinques clássicos. O Grupo Redentor, na Savassi, reafirmou a presença de caipirinhas em diferentes sabores e versões, reforçando a ligação entre tradição e memória nacional.

Segundo o especialista Rafael Mello, a caipirinha representa brasilidade e simplicidade, ingredientes acessíveis e efeito de união entre as pessoas. A bebida é apontada como símbolo da identidade cultural no país.

Outro ícone da coquetelaria nacional é o rabo de galo, preparado com cachaça, vermute tinto e angostura, criado na década de 1950 no Rio de Janeiro. Em BH, o drinque figura entre as escolhas habituais dos clientes.

Além da caipirinha, BH registra demanda por batidinhas de limão e de morango, bem como pelo Macunaíma, drink criado pelo bartender mineiro João Carlos. Macunaíma leva cachaça, limão, açúcar, hortelã e gengibre.

Para celebrar, bares e restaurantes da cidade montaram cartas especiais com releituras dos clássicos, buscando valorizar a história e a cultura brasileira através dos drinques. A ideia é oferecer diversidade mantendo a identidade nacional.

A coquetelaria brasileira é vista como com potencial de crescimento e valorização de ingredientes locais, segundo Rafael Mello. A programação local busca reforçar a tradição ao mesmo tempo em que incentiva a criatividade.

O Dia Nacional do Coquetel reforça a presença de drinks clássicos na vida noturna de Belo Horizonte. A cidade se apresenta como exemplo de como os coquetéis brasileiros seguem vivos e em constante evolução nas casas da capital.

Destaques em Belo Horizonte

  • Redentor reforça a tradição com caipirinhas variadas.
  • Cardápios trazem batidinhas, Macunaíma e o rabo de galo.
  • Cartas especiais destacam releituras dos clássicos nacionais.

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