- Paulo Samu, 30 anos, é de Gramado e só usa roupas do século XIX, inclusive na academia.
- Ele deixou as peças contemporâneas e transformou a costura histórica em forma de viver o presente.
- O trecho principal da proposta dele envolve vestir trajes históricos no dia a dia.
- O pesquisador faz parte de um coletivo que reúne interessados em pesquisa histórica.
- Em entrevista, ele afirmou: “Mas não quero monarquia”.
Paulo Samu, alfaiate de 30 anos em Gramado, deixou de lado roupas contemporâneas há cerca de seis anos. O estilo é inspirado no século 19, e ele mantém essa prática no dia a dia, inclusive na academia. Ele disse não querer monarquia.
O hábito se tornou forma de vida e estudo. Paulo costura peças históricas para uso próprio e participa de atividades ligadas à pesquisa histórica, mantendo o foco em técnicas e vestuário da época.
O que motivou a mudança não é apenas estética. Segundo ele, o objetivo é explorar ochanging contemporâneo por meio de vestuário de outra era, questionando convenções da moda atual.
Coletivo de pesquisa histórica
Paulo integra um grupo que reúne interessados em pesquisa histórica, contribuindo com práticas de costura e estudo de figurinos. O coletivo promove encontros e intercâmbios sobre técnicas, materiais e referências da moda do século 19.
Entre as atividades, estão debates sobre fidelidade histórica, talleres de corte e costura, e visitas a museus. O grupo busca ampliar o entendimento do vestuário como registro social.
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