- Coluna de abril de 2026 aborda hábitos de organização, compras versus leituras e o TOC do autor, com foco na rotina de leitura.
- listas de “Títulos comprados” e “Títulos lidos” incluem obras como James, A morte do pai, Escrever é humano, Toda poesia e Vamos comprar um poeta.
- o texto comenta a motivação para ler com regularidade, além da discussão sobre orçamento doméstico e a relação entre leitura e vida cotidiana.
- há destaque para a leitura de A morte do pai, a referência ao conceito Tuposc (Tudo Pode Ser o Contrário) e a discussão sobre o estilo de Karl Ove Knausgård.
- encerra com menções a poesia e música, citando Paulo Leminski, Rosa Montero, Caetano Galindo e Haruki Murakami, destacando James como favorito da quinzena.
Tudo, menos livros: uma leitura de fevereiro a abril, com foco em acúmulo de obras, reflexões sobre TOC e a experiência de compartilhar leituras. A coluna, publicada em abril de 2026, reapresenta títulos comprados e lidos, além de descrições de hábitos de leitura do autor.
O texto apresenta uma rotina de aquisição de títulos, com uma lista de obras compradas e outra de leituras realizadas. Entre os títulos adquiridos estão obras de Percival Everett, Primo Levi, Marilena Chauí e Herman Melville, entre outros nomes. A lista reflete interesse por ficção, filosofia e poesia.
A narrativa também aborda um episódio de autorreflexão sobre organização e TOC, ligado à rotina pessoal do autor. O relato conecta hábitos de consumo de livros a um esforço de equilíbrio entre espaço físico, orçamento e produção de conteúdo para a coluna.
Resumo das leituras e impactos
Entre as leituras, destacam-se obras de Karl Ove Knausgård, Sérgio Rodrigues e Rosa Montero, além de textos de poesia e de música em formato de livro. O conjunto evidencia uma tentativa de diversificar autores e formatos, mantendo o foco no prazer da leitura e na disciplina de publicar.
Autores e obras em destaque
A lista inclui James de Percival Everett, A morte do pai de Karl Ove Knausgård, Sobrevivendo no inferno de Racionais MC’s e Latim em Pó de Caetano Galindo. O artigo também cita ensaios de escrita de Sérgio Rodrigues e leituras de Haruki Murakami, com ênfase na experiência de leitura e na curiosidade por novos estilos.
Ao final, o texto reforça a ideia de que ler amplia horizontes, mesmo diante de uma rotina de consumo e organização que desafia espaço, orçamento e tempo. A coluna propõe a leitura como instrumento de transformação pessoal, sem impor conclusões.
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