- Dom Pérignon 2017, apresentado e comercializado recentemente, é descrito como exemplar de equilíbrio pelo seu criador, o chef de cave Vincent Chaperon.
- O chef destaca que a marca atingiu status de icône e faz parte do cenário cultural, mantendo portas abertas para o público visitar a abadia de Hautvillers e a cave classificada pela Unesco.
- O vinho apresenta caráter dual: amargor e acidez, doçura e tensão, notas salinas e sapidez que se confirmam ao longo da degustação, equilibradas pela maturação dos aromas.
- O bouquet muda ao longo dos anos conforme as safras e as preferências de consumo, comprovando a vitalidade da casa Dom Pérignon.
- A Maison não lança safras todos os anos; a decisão envolve fatores humanos, exploração e inovação, buscando tornar cada millésime mais identitário, com Dom Pérignon conhecido pela longeva guarda.
O chef de cave Vincent Chaperon apresentou o último opus do Dom Pérignon, o mais famoso moine de Champagne. O lançamento envolve o millésime 2017, já apresentado e comercializado, destacado pela notoriedade da marca.
Chaperon afirma que Dom Pérignon atingiu o status de icone, o que traz benefícios culturais e riscos de distância. A gestão busca manter a marca presente na gastronomia e abrir as portas da abadia de Hautvillers.
Características do millésime 2017
O criador aponta o caráter dual do vinho: amargos e ácidos, doce e tenso, gordo e cortante. O paladar evidencia uma dinâmica saline e sapida, equilibrada pela maturação aromática.
Identidade e evolução
Segundo o chef, o rótulo permanece afiado, com aromas que se renovam a cada safra. A forma muda conforme as colheitas e a evolução dos gostos, sem perder o núcleo do bouquet.
Produção e decisão sazonal
A casa não lança safras todos os anos. A decisão envolve esforço humano, emoção e avaliação sobre a pertinência de produzir mais um millésime. Dom Pérignon mantém a reputação de guarda prolongada.
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