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Debate sobre taxa de rolha em restaurantes provoca polêmica

Debate sobre a taxa de rolha discute cobrança pelo serviço e direito de restaurantes; Ed Motta leva a polêmica a debate público e cobra clareza nas regras

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  • O programa Vamos de Vinho, do Canal UOL, comentou a cobrança de taxa de rolha em restaurante do Rio de Janeiro no caso envolvendo Ed Motta.
  • Os apresentadores defenderam que restaurantes têm direito de cobrar pelo serviço quando o cliente leva vinho de fora, citando custos com taças, lavagem e manutenção.
  • Foi destacado que a reação de Motta pode ter sido influenciada pelo hábito de receber tratamento privilegiado no local, mas a equipe também ressaltou que o funcionário pode não ter autonomia para isentar a taxa.
  • Sobre regras de etiqueta, houve divergência: um apresentador prefere não levar garrafa própria a restaurantes frequentes; o outro argumenta que a cobrança da rolha deve ser suficiente para resolver debates.
  • O debate concluiu que, antes de levar vinho, é importante checar as regras do estabelecimento e entender que a taxa de rolha faz parte do serviço oferecido.

O debate sobre a taxa de rolha em restaurantes voltou a ganhar notoriedade após repercussão envolvendo o cantor Ed Motta. O episódio foi tema do programa Vamos de Vinho, do Canal UOL, com Vinícius Mesquita e Rodrigo Barradas comentando o assunto e defendendo o direito dos estabelecimentos cobrarem pelo serviço, mesmo quando o vinho é trazido pelo cliente.

Segundo os apresentadores, o serviço de restaurante envolve custos com taças, lavagem, reposição de itens e a própria mão de obra. A taxa de rolha seria uma forma de remunerar esse conjunto de tarefas, ainda quando o vinho não é adquirido no local.

> O restaurante precisa lucrar. Não é uma ONG.

>

> Rodrigo Barradas

O caso ganhou destaque ao envolver Ed Motta, que ficou irritado ao ser cobrado pela taxa em um local que frequentava há anos. Os apresentadores apontaram que o músico pode ter se sentido prejudicado por estar habituado a um tratamento privilegiado.

🔹 A reação de Motta foi considerada exagerada por Barradas, que lembrou que a cobrança pode não depender de decisão do garçom, especialmente se este não tiver autonomia para isentar o valor.

🔹 Mesquita ressaltou que a cobrança busca cobrir custos do serviço, incluindo equipe, armazenamento e reposição de talheres, mesmo que o vinho seja trazido pelo cliente.

Contexto e regras de serviço

Alguns restaurantes optam por não cobrar a taxa ou adotam parcerias promocionais. Para Barradas, o essencial é que as regras estejam claras: o cliente leva o vinho sabendo que pagará pelo serviço.

Entre as normas de etiqueta associadas ao vinho, houve divergência: Mesquita prefere evitar levar rótulos já disponíveis na carta da casa, principalmente em locais frequentes. Barradas critica o excesso de regras e defende que a taxa já deve explicitar a cobrança.

Mesquita também comentou a recepção pública a apreciadores de vinho; segundo ele, houve críticas que associaram esse público a termos pejorativos. Barradas discordou, sugerindo uma leitura mais leve sobre o tema.

Ao final, o recado foi claro para quem pretende levar vinho ao estabelecimento: é necessário pesquisar as regras da casa e entender que a cobrança da rolha faz parte do serviço. O Vamos de Vinho é exibido quinzenalmente, com conteúdo disponível no YouTube e em plataformas de áudio.

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