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Neurociência aponta 4 famílias olfativas que aumentam a atração

Neurociência revela que quatro famílias olfativas elevam a atração, influenciando emoções, memória afetiva e comportamento social

O cheiro influencia a atração? Neurocientista explica.
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  • A neurociência explica que o olfato influencia a atração, despertando emoções e memórias afetivas.
  • O cheiro tem conexão direta com áreas do cérebro ligadas a emoções, memória e recompensa.
  • Um estudo mostrou que homens com fragrâncias agradáveis são vistos por mulheres como mais atraentes, confiáveis e simpáticos.
  • Além disso, o perfume pode melhorar a autopercepção do usuário, elevando sensação de segurança e bem‑estar.
  • Existe o efeito halo: uma característica positiva pode influenciar a avaliação sobre a pessoa como um todo.

A neurociência explica por que certos perfumes podem influenciar a atração e despertar memórias afetivas. A pesquisadora Daiana Petry ressalta que o olfato está ligado a áreas cerebrais que controlam emoção, memória e recompensa.

Segundo ela, o cheiro é processado antes de palavras, criando sensação de conforto, familiaridade e conexão quase imediata. A explicação envolve vias neurais que registram sensações gustativas, emocionais e de bem‑estar.

Um estudo publicado no International Journal of Cosmetic Science indica que homens que usam fragrâncias agradáveis são vistos por mulheres como mais atraentes, confiáveis e simpáticos, em comparação ao cheiro corporal isolado.

A pesquisa também aponta que o perfume pode elevar a autoconfiança de quem o utiliza, potencializando o comportamento social e a percepção de segurança e bem‑estar. Esse efeito influencia as interações no dia a dia.

Como o olfato afeta a atração

A equipe de pesquisa observa que o perfume pode funcionar como parte de um fenômeno de halo, em que uma característica positiva recente tende a colorir outras avaliações sobre a pessoa.

Daiana Petry reforça que diferentes famílias olfativas podem ter impactos variados na percepção social e emocional, contribuindo para escolhas de fragrâncias futuras.

A neurociência, portanto, sugere que o uso consciente de fragrâncias pode favorecer a impressão inicial em encontros, sem, contudo, ultrapasar a importância de outros aspectos da interação humana.

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