- Rita de Cássia Navarro Carvalho, natural de Araxá, em Minas Gerais, morreu em 23 de maio aos 92 anos por tromboembolismo pulmonar, deixando dois filhos e um neto.
- Leitora fiel da Folha, lia o jornal todos os dias, fotografava reportagens e as enviava à família; seu último gesto foi ler a Folha pouco antes de ir ao hospital.
- Era conectada à tecnologia: digitava receitas, organizava fotos, fazia compras online e trocava mensagens pelo WhatsApp.
- Gostava de tango e esportes, chegou a cantar na rádio na juventude e assistiu presencialmente a três Copas do Mundo (Alemanha, Rússia e Brasil).
- Deixa o legado de educação e valores: mãe dedicada, respeitosa e curiosa, foi professora primária, casada com João Bosco e viúva aos 57 anos.
Rita de Cássia Navarro Carvalho, aos 91 anos, morreu em 23 de maio vítima de tromboembolismo pulmonar. A notícia chega por meio de familiares e confirmação de que a morte ocorreu em casa, após tempos de saúde estável.
Leitora fiel da Folha, ela lia o jornal todos os dias e apreciava um livro por semana. Exigente com a entrega de notícias, enviava reportagens à família para manter o diálogo sobre os fatos.
Além da leitura, Rita conectou-se à tecnologia: usava WhatsApp, fazia compras pela internet e mantinha fotos organizadas. Também gostava de jogos de paciência e de acompanhar programas esportivos na TV.
Entre os destaques da vida, Rita foi professora primária, criada em Araxá (MG) e criada na família com sete irmãos. Cantar tango na rádio marcou sua juventude, e uma viagem a Buenos Aires em 2025 foi uma de suas últimas paixões.
Legado e vida cotidiana
Ela era mãe carinhosa, dedicada aos filhos e à educação, respeitando escolhas e incentivando sonhos. A família ressalta o espírito lúcido, alegre e devoto, com fé em Nossa Senhora das Graças.
Rita deixa dois filhos e um neto. O falecimento foi reconhecido pela família como parte de uma vida dedicada ao conhecimento, à cultura e ao cuidado com as pessoas.
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