- Stacy Roberts afirma que, no ano passado, a família viajou para diversos destinos com valor de cerca de $83 mil, pagando pouco mais de $4,3 mil do próprio bolso.
- Ela diz abrir aproximadamente doze cartões de crédito por ano, acumulando cerca de um milhão de pontos anuais, com todos os cartões em pagamento automático.
- Entre as viagens destacadas, há dois voos de ida e volta em classe executiva para o Japão com a filha, além de estadias em hotéis que podem chegar a $3 mil por noite.
- O gasto médio mensal é de cerca de $2,5 mil a $3 mil; já pagou impostos com cartão e usa as recompensas para viagens, mantendo o saldo sem acumular dívida há 25 anos.
- A pontuação de Roberts é de 832; ela recomenda incluir cartões empresariais para aumentar os pontos, evita cartões de lojas e já fechou alguns cartões após o bônus inicial para manter o crédito sob controle.
Stacy Roberts afirma que, junto com o marido e três filhos, viajou por atrações como Espanha, Dinamarca, Áustria, Itália, Califórnia, Utah e Hawaii gastando apenas cerca de 4 mil dólares no ano anterior. Ela sustenta que acumulou milhões de pontos ao abrir novos cartões de crédito mensalmente.
Segundo Roberts, a estratégia envolve abrir em média 12 cartões por ano, com cada um indo para pagamento automático. Ela diz que o método funciona apenas para quem não acumula dívidas e que, nos últimos anos, a família conseguiu pontos suficientes para voos de negócios e hotéis caros.
A entrevista detalha como a pontuação é usada para cobrir voos, inclusive dois voos de ida e volta para o Japão, com a filha, e reservas em hotéis de alto custo. A família também aproveita viagens fora de temporada para reduzir despesas.
Como o programa funciona na prática
Roberts afirma que o gasto necessário por cartão varia, mas a prática envolve gastar milhas em despesas do cotidiano. Ela ressalta que alguns gastos virão de situações imprevistas, como reparos de casa ou carro, que foram pagos com cartão para aumentar os pontos.
Ela explica que não utiliza cartões de loja e prioriza programas de viagem. Atualmente, a família mantém 16 cartões, com autopreenchimento para evitar saldos. Ela diz não ter inadimplência em 25 anos de uso de crédito.
Segurança e críticas
A empreitada depende de manter o crédito em dia e evitar abrir muitos cartões perto de operações de crédito grandes, como hipotecas. Roberts mantém histórico de pontuação elevada, com estimativas próximas de 800, segundo padrões de avaliação de crédito.
A prática levanta debates sobre custos indiretos de cartões de crédito, incluindo taxas anuais e possíveis impactos no comportamento de consumo. Specialistas ressaltam que nem todos conseguem repetir esse modelo com segurança financeira.
Impacto nos hábitos de viagem
Roberts diz que o segredo está em dedicar tempo ao aprendizado da estratégia e na organização semanal. Mesmo com viagens frequentes, a família aponta que o planejamento permite viajar em datas escolares, quando possível, para reduzir custos.
Entre as lições citadas, a mãe destaca a importância de entender que a vida nem sempre segue o planejado. Ela pretende ensinar aos filhos a lidar com imprevistos e a manter uma visão aberta sobre diferentes modos de viver.
Ponto de vista e consequências
A reportagem questiona o equilíbrio entre ganho de milhas e o custo potencial para o mercado, incluindo elevação de tarifas e juros para quem usa crédito de forma irresponsável. Especialistas alertam para o risco de endividamento entre quem tenta seguir esse modelo.
Roberts adverte que a estratégia não é para todos e que é essencial manter disciplina financeira. Ela afirma que o método funciona quando há organização, pagamento pontual e seleção cuidadosa de cartões com dados de bônus atraentes.
Entre na conversa da comunidade