- O Velhas Piratas fica na esquina das ruas Aurélia e Tito, na Vila Romana, e valoriza peixes e frutos do mar em pratos simples.
- O prato do dia sai por R$ 40 e há opções como bisteca acebolada e sardinha marinada, sempre com arroz, feijão, farofa e salada.
- A atendente, que também é idealizadora, Fernanda Huerta, informou que há pratos do cardápio fixo além do que aparece na lousa, com consultoria do ex-chef Luiz Campiglia (Paribar).
- A proposta inclui contato direto com pescadores e uso de ingredientes do mar, com apoio de uma consultoria especializada em frutos do mar.
- Fernanda também atua na Barra do Una, em São Sebastião, onde fica a casa Novos Praianos; a abertura em São Paulo ocorreu em 2024 após prejuízos causados pelas chuvas de 2023 no litoral norte.
O Velhas Piratas valoriza peixes e frutos do mar em pratos simples, preparados com ingredientes do litoral e com contato direto com pescadores. A dona do estabelecimento mistura prática de cozinha com consultoria de um ex-chef para manter o cardápio enxuto e saboroso.
Localizada na esquina das ruas Aurélia e Tito, na Vila Romana, a casa oferece opções fixas e itens da lousa. O prato do dia, anunciado na calçada, aparece por cerca de R$ 40 e pode incluir sardinha marinada com mandioca ou bisteca acebolada, sempre com arroz, feijão, farofa e salada.
A idealizadora Fernanda Huerta revelou ter aberto o Velhas Piratas em 2024, buscando retorno aos sabores simples do mar. Ela também gerencia a Novos Praianos, em São Sebastião, há dez anos, o que facilita o contato direto com pescadores locais.
Cardápio do mar e origem dos ingredientes
Entre os pratos provados estavam a galinhada (R$ 45) e o praiano, com pescada-branca no fubá, arroz, feijão, farofa de alho e couve refogada (R$ 46). A galinhada chega com um quiabo tostado e gema curada, enquanto o praiano entrega peixe carnudo e empanado fino.
Outra opção apreciada foi o baião do mar, combinação de arroz com frutos do mar, servida com salada de folhas. O prato de sobremesa, larica master! (R$ 22), traz pastel frito com doce de leite e creme de limão para acompanhar. A ideia é oferecer uma refeição simples, despretensiosa e bem resolvida.
Fernanda destacou que a cozinha recebe consultoria do chef Luís Campiglia, ex-Paribar, para orientar o uso de ingredientes marinhos. A proposta envolve contato direto com pescadores e valorização de técnicas simples, mantendo o sabor natural dos alimentos.
A decisão de abrir em São Paulo foi explicada pela proprietária como resposta a prejuízos enfrentados pelo outro restaurante no litoral norte em 2023, durante chuvas fortes. A mudança buscou estabilizar a operação mantendo o foco na qualidade dos frutos do mar.
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