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Agora tenho de saber mais: coluna de Miguel Esteves

Curiosidade é motor do acúmulo de livros e da busca incessante, conduzindo a caminhos transcendentais e à excitação da descoberta

Agora tenho de saber mais (por Miguel Esteves)
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  • O texto é de Miguel Esteves e discute a curiosidade como desassossego e motor para explorar as bibliotecas das pessoas, que atraem pela acumulação de livros em casa.
  • A curiosidade é apresentada como um vício: quanto mais se sabe, mais se quer saber e cada resposta gera novas perguntas.
  • Ela é descrita como inquietante e inesgotável, exigindo “cimento” diferente para tapar cada buraco de conhecimento, mas de forma deliciosa.
  • São apresentadas duas condições: curiosidade não é como ter dom para línguas; é comum a todos e consome recursos, sendo cara e difícil de amortizar, mas é incansável e personalizada.
  • Por fim, a curiosidade leva a caminhos transcendentais e é excitante em todas as fases, desde a chegada até o retorno; o texto é uma transcrição do jornal Público.

Agora tenho de saber mais, de Miguel Esteves, é uma crônica que aborda a curiosidade como tema central. O texto explora a ideia de que a curiosidade é um desassossego e uma busca contínua por compreender o que se revela entre buracos na superfície das coisas.

O autor aponta que, ao pensar nas bibliotecas das pessoas, surge a pergunta sobre por que se acumulam tantos livros. Ele sugere respostas relacionadas a comodidade, prazer e companhia, mas destaca a curiosidade como o elemento mais relevante. O texto descreve a curiosidade como um vício que aumenta o desejo de saber.

A peça enfatiza ainda que toda resposta gera novas perguntas, num movimento contínuo de indagação. O autor compara a curiosidade a um cimento que não temos, pois cada buraco demanda uma solução única e prazerosa. O ensaio ressalta que a curiosidade é igual para todos, mas se manifesta de forma individual e constante, levando a caminhos que transcendem o cotidiano.

Segundo o material, a crônica também comenta que a curiosidade não se enquadra como um talento inato para línguas; ela é inerente a todos os seres, incluindo os gatos, e consome recursos ao longo do tempo. Entretanto, destaca-se a sua natureza incansável e a capacidade de moldar experiências profundas, do começo ao retorno.

(Transcrito do PÚBLICO)

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