- Com o jogo entre Brasil e Escócia, às 19h desta quarta-feira (24/6), torcedores anteciparam o retorno para casa, causando filas e ônibus lotados no DF.
- Dados da plataforma Waze mostraram engarrafamento no Eixo Monumental, com a N1 Oeste travada desde a Quadra 1 do SHN até o Memorial JK.
- No Eixo L Norte, cerca de quatro quilômetros de retenção entre as quadras SQN 203 e SQN 209; no Eixo W Sul, cinco vírgula seis quilômetros de retenção entre as SQS 108 e SQS 116.
- Outras vias de ligação, como a marginal da Epia Norte, e as rodovias EPGU e DF‑003, operaram com velocidade reduzida; em frente ao Palácio do Buriti, ônibus circulavam lotados e havia longas filas nos pontos de embarque.
- Depoimentos: Thiago Barbosa, 28 anos, disse que aguardava até o fim da tarde pelo Guará 1; Jéssica Maria, 33, relatou espera superior a uma hora e teme perder o início do jogo; Katrielen Loiany, 21, planeja assistir em casa e aposta em dois gols, citando Neymar e Vinícius Júnior.
Milhares de torcedores anteciparam a volta para casa nesta quarta-feira (24), antes do jogo entre Brasil e Escócia, marcado para as 19h. A movimentação intensa no transporte público e nas vias da capital federal gerou longas filas e retenções em pontos estratégicos, principalmente perto do Palácio do Buriti e na Rodoviária do Plano Piloto.
Dados da plataforma de trânsito Waze mostraram congestionamento acentuado no Eixo Monumental, com a N1 Oeste travada desde a Quadra 1 do SHN até o Memorial JK. No Eixo L Norte, cerca de 4 km de lentidão entre as quadras SQN 203 e SQN 209; no Eixo W Sul, a retenção se estendeu por 5,6 km, da SQS 108 à SQS 116.
O aumento do fluxo de veículos acompanhou a forte demanda pelo transporte público. Ônibus lotados ocupavam pontos em frente ao Palácio do Buriti, e longas filas se formaram nos pontos de embarque. Trabalhadores deixaram os empregos mais cedo para acompanhar a estreia da Seleção.
No sistema de transportes, a Rodoviária do Plano Piloto registrou filas extensas nas plataformas, com passageiros temerosos de atrasos que impedissem assistir ao jogo. Horas de pico contribuíram para a percepção de atraso entre quem precisava chegar a regiões administrativas populosas.
Entre os relatos de usuários, o servidor público Thiago Barbosa, 28 anos, que aguardava ônibus no entorno do Buriti, mencionou tempo de espera superior ao habitual e ônibus lotados. Ele afirmou que não havia previsão de retorno neste intervalo e manteve o otimismo sobre o desempenho da Seleção.
Outras viaturas e atendimentos locais indicaram que a lentidão também atingiu acessos ao Plano Piloto, refletindo a soma entre pico de movimento e expectativa em torno do duelo. Trânsito intenso elevou o tempo de deslocamento para quem precisava retornar para casa.
Na mesma linha, a auxiliar administrativa Jéssica Maria, 33 anos, observou atraso superior a uma hora durante o trajeto para Planaltina, sinalizando a chance de perder o início da partida. Ela avaliou a equipe brasileira com ceticismo sobre o desempenho, mas não apresentou torcida explícita pelo placar.
A estudante Katrielen Loiany, 21 anos, seguia para Jardim Botânico e admitiu não ser grande fã de futebol, mas pretendia acompanhar o jogo em casa. Ela informou que a realização do trajeto para o destino poderia levar mais tempo que o usual, com a expectativa de trânsito intenso até o apito inicial.
A Copa e o trânsito criaram reflexos na circulação de veículos e no transporte público ao longo do dia, com impacto nas rotas de ligação entre o centro de Brasília e as regiões administrativas. O movimento é observado até o início da partida, quando bares e residências devem concentrar a atenção no jogo.
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