Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Não sou de saladas, mas estou tentando um rebranding

Autora revê a relação com saladas, buscando rebranding culinário que combine elegância, sabor e prática diária, a partir de referências e receitas modernas

‘I’m trying to salad not for the person I want to be, but for the person I am’ … can Ruby Tandoh find her match? Illustration: Carl Godfrey/The Guardian
0:00
Carregando...
0:00
  • A autora não é fã de saladas, mas está tentando reformular hábitos para incluir mais esse prato.
  • Relembra hábitos da família com saladas simples e receitas pouco inspiradas, incluindo variações estranhas como uma salada de Slater e uma versão ganesa com ovo, sardinha e feijão.
  • A primeira salada realmente marcante veio da universidade, feita pela amiga Tessa, com espinafre, pitta tostada no beurre, tâmaras e sumac; ela refez recentemente e ficou satisfeita.
  • Procurou referências no Instagram, mas achou os vídeos com foco em “veggies” e saúde invasivos; voltou às bibliotecas e livros de receitas em busca de palavras que inspirem.
  • Considera as saladas uma forma de arte, citando escritores como John Evelyn e Laurie Colwin; criou uma salada de Slater com agrião, frango, laranja, sementes de abóbora e amêndoas e pretende adotá-las de forma mais contínua, alinhando-as à sua identidade atual.

Ruby Tandoh, autora de All Consuming, compartilha em seu texto mais recente a tentativa de se reeducar e aceitar as saladas como parte do dia a dia. O objetivo é rebranding pessoal sem abandonar a própria identidade culinária.

A autora reconhece que não tem inclinação natural para saladas, preferindo ensopados, cozidos e sopas. A história familiar também pesou, com refeições de alface simples que não recebiam real atenção ou acompanhamento.

Na memória, destaca uma salada universitária que a marcou: folhas baby, pitta tostada na manteiga, tâmaras picadas e sumaq. O prato é descrito com carinho e serve de referência para o que espera alcançar.

Para orientação, recorreu a livros de receitas em vez de conteúdos de redes sociais, que, segundo ela, tendem a reduzir vegetais a termos coloquiais como veggies. O foco é encontrar inspirações com linguagem que estimule a prática.

Referências literárias

Entre as leituras, cita trechos que associam salada a composições de palavras, como listas de ingredientes que parecem poemas. Também menciona pratos como gado-gado ou saladas com tofu e leguminosas que ilustram a diversidade possível no prato.

A autora relembra inspirações de outras casas editoriais: referências a receitas históricas que enfatizam a harmonia entre ingredientes, cores e texturas, sugerindo que a salada pode ter elegância semelhante a uma haiku culinária.

Por fim, destaca a tentativa de adaptar a ideia de salada ao seu jeito de cozinhar, buscando uma prática que combine sabor, leveza e estilo pessoal, sem abandonar a essência da própria cozinha.

A reportagem ressalta que a tentadora equação entre simplicidade, sabor e memória pode guiar esse processo de rebrand sem perder a identidade, sempre com foco na preparação prática e objetiva.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais