- Apartamento de 260 m² no bairro Mangabeiras, em Belo Horizonte, MG, passou por reforma completa para manter o charme dos anos setenta.
- A arquiteta Ila Gaudêncio reorganizou o espaço, criando ambientes amplos, integrados e funcionais, com home office e quarto adicional no lugar da suíte original.
- O living ficou integrado à sala de jantar e à cozinha, com base minimalista e branco predominante; piso em tábuas de madeira canela imperial ajuda a unificar os ambientes.
- A cozinha é aberta, com ilha em Neolith Strata Argentum, bancada em marcenaria verde e bancos Platta; o projeto mantém peças assinadas pelo casal no acervo.
- O maior desafio foi adaptar o apartamento antigo às exigências atuais, reconfigurando elétrica, hidráulica e a planta sem comprometer a qualidade dos espaços.
O apartamento de 260 m², localizado no bairro Mangabeiras, em Belo Horizonte (MG), ganhou uma reforma completa para atender à rotina de um jovem casal com dois filhos gêmeos. O projeto manteve referências à década de 1970, buscando funcionalidade sem perder o charme original.
A arquiteta Ila Gaudêncio liderou a transformação, reorganizando quase todo o layout para criar ambientes amplos, integrados e acolhedores. O piso de madeira orienta a linguagem de materiais, cores e acabamentos, dando unidade ao conjunto.
Transformação e layout integrado
A suíte principal foi deslocada para outra área, abrindo espaço para um novo quarto. Surgiu também um home office e a área social passou a ter um living totalmente integrado com sala de estar, jantar e cozinha.
Materiais e estilo
O living, com base minimalista e predomínio do branco, recebe piso em tábuas corridas de canela imperial de demolição, estendendo-se pela área íntima. O ambiente é marcado por móveis assinados e peças de acervo da família, que dialogam com a marcenaria e o design contemporâneo.
Sala de estar e jantar
A sala de estar e a sala de jantar compartilham o mesmo piso unificador. A decoração privilegia o acervo do casal, incluindo uma mesa de jantar Maxalto e cadeiras Cesca de Marcel Breuer. Um tapete de chenille demarca a área, enquanto um banco de madeira amplia as possibilidades de uso.
Cozinha integrada
A cozinha aberta ganhou ilha com acabamento em Neolith Strata Argentum. Bancadas em MDF com microtextura, marcenaria verde em estilo vintage, e detalhes em bronze compõem o conjunto. Banquetas Platta de Jader Almeida reforçam o clima contemporâneo.
Suíte e área íntima
Na suíte, madeira volta a protagonizar com cabeceira e mesa lateral em freijó natural. O projeto mantém a ideia de serenidade, com roupas de cama e objetos do acervo completando a atmosfera.
Desafios da obra
Segundo a arquiteta, adaptar um imóvel construído há décadas às exigências atuais exigiu intervenção em infraestrutura elétrica e hidráulica, além de reorganizar a planta sem comprometer a qualidade dos espaços.
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