- Inverno de 2026 foca em peças versáteis e de qualidade, com casacos oversized, tricôs e alfaiataria ampla, além de tons terrosos e vinho.
- Camurça e botas robustas ganham destaque, incluindo opções de cano alto para acompanhar looks com saias ou vestidos.
- Xadrez retorna em novas releituras, sugerindo combinações com peças lisas ou texturas para evitar excesso de estampas.
- Consumo consciente em alta: prioridade para roupas que unam conforto, versatilidade e durabilidade ao longo de várias temporadas.
- Acessórios com maximalismo equilibrado, presença de pele sintética como alternativa e apostas como boho chic e trench coat completam as tendências da temporada.
O inverno de 2026 chega com foco em peças versáteis, de qualidade e que expressem a identidade de quem veste. Casacos oversized, tricôs, alfaiataria ampla, tons terrosos e botas robustas aparecem entre os destaques. A aposta é por consumo mais consciente.
Especialistas apontam que a temporada valoriza peças funcionais e duradouras. A camurça ganha espaço, assim como superfícies felpudas que agregam textura aos looks. O objetivo é equilibrar estilo e conforto, sem abrir mão da autenticidade.
Para a consultora de imagem e psicologia Dri Pedrosa, o segredo está na composição. Casacos amplos seguem com força, mas precisam de proporções equilibradas e cintura marcada para harmonia. O visual deve conversar com a identidade de quem veste.
Tendências e propostas de estilo
Estampas clássicas, especialmente o xadrez, retornam com novas interpretações. O xadrez é sugerido como protagonista, combinado a peças lisas nas cores da estampa. Texturas como tricô, couro e alfaiataria também ganham destaque.
Tricôs de boa qualidade são prioridade para quem busca função. Modelagens clássicas, gola careca e gola alta ajudam na versatilidade ao longo das temporadas. Texturas discretas permanecem relevantes por mais tempo.
Cores, materiais e acessórios
A paleta de tons terrosos e vinho ganha destaque, transmitindo aconchego e elegância. A camurça passa a ter papel central pela sensação térmica e pela estética refinada. A pele sintética volta às vitrines como alternativa consciente, porém não é peça essencial para todos.
O maximalismo nos acessórios aparece com equilíbrio. Brincos e anéis marcantes podem acompanhar peças mais simples, enquanto bolsas modernas ganham espaço como ponto de contraste. O uso deve completar a imagem desejada, não apenas seguir tendência.
Cenário de consumo e estilo
O movimento principal é o consumo intencional, segundo Doró Mendonça. Peças versáteis, duráveis e com identidade pessoal ganham prioridade. A ideia é construir um guarda-roupa que funcione por várias temporadas, sem abrir mão da expressão individual.
As botas de cano alto dominam o cenário, com modelos em estilo montaria, country e estética biker. Fivelas, solados robustos e tons terrosos aparecem nas coleções, tanto para produções casuais quanto para visuais mais formais.
Observações finais sobre peças-chave
Casacos de lã e itens em cashmere, especialmente na cor fendi, são apontados como investimentos duradouros. A biker e o trench coat também se mantêm em evidência, compondo com looks de várias propostas. Itens sazonais de meia estação tendem a ter vida útil menor.
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