- O Instituto Vida Livre, fundado em 2015, reabilitou cerca de 15 mil animais silvestres e promove a preservação da fauna brasileira.
- Em 2023, o instituto iniciou um trabalho de advocacy para modificar a legislação ambiental, recebendo apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- A proposta de alteração da Lei dos Crimes Ambientais já está em tramitação na Câmara dos Deputados.
- O instituto desenvolve projetos de pesquisa, como o Vida Livre Baleias, que estuda cetáceos no litoral do Rio de Janeiro, e o Conexão Silvestre, que utiliza inteligência artificial para mapear áreas de risco para animais silvestres.
- Recentemente, o instituto recebeu 600 jabutis apreendidos em uma operação de combate ao tráfico de animais, que passarão por reabilitação antes de serem devolvidos ao seu habitat natural.
O Instituto Vida Livre, fundado em 2015, tem se destacado na reabilitação de animais silvestres e na preservação da fauna brasileira, atendendo cerca de 15 mil animais até agora. Localizado no Jardim Botânico, o instituto realiza um trabalho essencial, oferecendo cuidados especializados e reintegrando os animais à natureza.
Em 2023, o instituto lançou um trabalho de advocacy para modificar a legislação ambiental, conseguindo apoio de líderes políticos, incluindo o presidente Lula. A proposta, que altera a Lei dos Crimes Ambientais, já está em tramitação na Câmara. O presidente do instituto, Roched Seba, destacou a importância dessa conquista, afirmando que é a primeira vez que um presidente apoia publicamente a proteção da fauna silvestre.
Além da reabilitação, o Instituto Vida Livre desenvolve projetos de pesquisa inovadores. O Vida Livre Baleias, em parceria com o Ibama e o EcoMar/UFRJ, estuda cetáceos no litoral do Rio de Janeiro, enquanto o Conexão Silvestre, em colaboração com a Light, utiliza inteligência artificial para mapear áreas de risco de eletrocussão para animais silvestres.
Recentemente, o instituto recebeu 600 jabutis apreendidos em uma operação de combate ao tráfico de animais. Os jabutis, encontrados em malas em um ônibus, estão sob cuidados e serão devolvidos ao seu habitat natural no Maranhão. Cada animal passa por um processo de reabilitação que pode durar meses ou até anos, dependendo da gravidade dos ferimentos.
O espaço do instituto, inaugurado em 2021, possui capacidade para atender até cinco mil animais de pequeno porte anualmente. Com 10 áreas de soltura no Rio de Janeiro e uma em São Paulo, o instituto continua a expandir suas operações, buscando parcerias para aumentar sua capacidade de atendimento e preservação da biodiversidade.
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