- O Curupira, mascote da COP30, fez sua estreia no desfile de 7 de Setembro em Brasília.
- A figura folclórica simboliza a proteção das florestas e recebeu aplausos, especialmente de crianças.
- O evento destacou a importância da conferência sobre mudanças climáticas, que ocorrerá em novembro em Belém (PA).
- O governador do Pará, Helder Barbalho, defendeu a escolha do Curupira, ressaltando seu papel na valorização da cultura nacional e na preservação ambiental.
- O desfile também contou com a participação de jovens que carregaram mudas de árvores, representando os países participantes da COP30.
Entre tanques e aviões, o Curupira, mascote da COP30, fez sua estreia no desfile de 7 de Setembro em Brasília. A figura folclórica, que simboliza a proteção das florestas, atraiu olhares e aplausos, especialmente de crianças. O evento, que ocorreu no último domingo, destacou a importância da conferência sobre mudanças climáticas marcada para novembro em Belém (PA).
A escolha do Curupira como mascote gerou grande expectativa, lembrando o sucesso do tatu-bola Fuleco na Copa do Mundo de 2014. O secretário de Comunicação, Sidônio Palmeira, ressaltou que a figura foi bem recebida tanto em eventos internacionais quanto nacionais, reforçando a conexão com a cultura brasileira. O Curupira, com seus pés virados para trás, simboliza a proteção das florestas, despistando caçadores e ameaças.
Durante o desfile, o Curupira desfilou ao lado de brigadistas do Prevfogo, enfatizando o compromisso do governo com a preservação ambiental. O governador do Pará, Helder Barbalho, defendeu a escolha do mascote, afirmando que a figura representa um avanço na valorização da cultura nacional. Em resposta a críticas, ele destacou que o Curupira é um símbolo de proteção e um convite à união em prol do meio ambiente.
O desfile também contou com a participação de Labareda, o tamanduá-bandeira, e 196 jovens que carregaram mudas de árvores, uma para cada país participante da COP30. A apresentação celebrou a biodiversidade brasileira e a importância da conferência como um marco na luta contra a crise climática. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mencionou a redução do desmatamento na Amazônia, reforçando o papel do Brasil nas discussões ambientais globais.
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