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Geração Z separa lixo para reciclagem, mas hábito é mais comum entre idosos

Pesquisa revela que apenas 62% da geração Z separa lixo para reciclagem, abaixo da média de idosos, que é de 78%

Símbolo de reciclagem com itens descartáveis ao redor (Foto: Reprodução)
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  • A geração Z, composta por jovens de 16 a 24 anos, demonstra preocupação com a sustentabilidade, mas os dados indicam que essa consciência não se reflete em ações.
  • Uma pesquisa da Nexus, encomendada pelo Sindiplast, revela que apenas 62% dos jovens separam lixo para reciclagem, percentual inferior ao de idosos, que é de 78%.
  • Entre pessoas de 25 a 40 anos, a separação de lixo chega a 63%, enquanto para aqueles de 41 a 59 anos é de 72%.
  • A pesquisa, realizada em março com 2.009 pessoas em todos os estados e no Distrito Federal, aponta a falta de informação (28%) e a ausência de coleta seletiva (17%) como principais obstáculos para a geração Z.
  • A pesquisa teve margem de erro de dois pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%, destacando a necessidade de iniciativas para promover educação ambiental e melhorar a coleta seletiva.

A geração Z, composta por jovens de 16 a 24 anos, apresenta uma preocupação crescente com a sustentabilidade, mas os dados mostram que essa consciência não se traduz em ações efetivas. Uma pesquisa da Nexus, encomendada pelo Sindiplast, revela que apenas 62% dos jovens afirmam separar o lixo para reciclagem. Esse número é inferior ao de idosos, que alcança 78%.

Entre as faixas etárias intermediárias, os índices de separação de lixo são de 63% para pessoas de 25 a 40 anos e 72% para aqueles de 41 a 59 anos. Esses dados indicam que a prática da reciclagem é mais comum entre os mais velhos. A pesquisa, realizada em março com 2.009 pessoas em todos os estados e no Distrito Federal, aponta que a falta de informação e a ausência de coleta seletiva são os principais obstáculos enfrentados pelos jovens.

Desafios da Geração Z

Os resultados da pesquisa evidenciam que 28% dos jovens citam a falta de informação como um dos principais motivos para não separarem o lixo. Além disso, 17% mencionam a inexistência de coleta seletiva em seus bairros como um fator limitante. Esses dados sugerem que, apesar da consciência ambiental, a implementação de práticas sustentáveis ainda enfrenta barreiras significativas.

A pesquisa foi realizada por telefone, com uma margem de erro de dois pontos percentuais e um intervalo de confiança de 95%. Esses números ressaltam a necessidade de iniciativas que promovam a educação ambiental e a melhoria na infraestrutura de coleta seletiva, visando engajar a geração Z em ações concretas de sustentabilidade.

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