- Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por organização criminosa armada e tentativa de golpe de Estado.
- Seu histórico inclui ações que prejudicaram o meio ambiente, como a extinção do Programa de Prevenção e Controle do Desmatamento da Amazônia (PPCDAm), resultando em um aumento de 59,5% no desmatamento da Amazônia.
- Juristas indicam que outras sete infrações podem acrescentar até 20 anos à sua pena.
- Estudos recentes ligam eventos climáticos extremos às emissões de carbono das 180 maiores empresas de petróleo, carvão e cimento, responsáveis por 213 ondas de calor no século.
- O Brasil planeja um investimento bilionário no Fundo Floresta Tropical, a ser discutido na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York no dia 23.
Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses pelo STF por crimes como organização criminosa armada e tentativa de golpe de Estado. Além disso, seu histórico inclui ações que prejudicaram o meio ambiente, como a extinção do PPCDAm, que resultou em um aumento de 59,5% no desmatamento da Amazônia. Juristas apontam que outras sete infrações podem render uma pena adicional de 20 anos.
Estudos recentes associam eventos climáticos extremos às emissões de carbono das 180 maiores empresas de petróleo, carvão e cimento. Essas empresas são responsáveis por 213 ondas de calor no século, intensificando os extremos de temperatura em 50%. A pesquisa, publicada na revista Nature, pode impulsionar ações judiciais contra essas corporações por danos relacionados à crise climática.
O Brasil planeja um aporte bilionário ao Fundo Floresta Tropical, que será discutido em um evento de alto nível na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, no dia 23. O fundo visa remunerar países que preservam florestas tropicais, e o Brasil busca incentivar contribuições de nações ricas e emergentes.
Entretanto, a COP30 em Belém enfrenta críticas por preços exorbitantes em hospedagem. Hotéis na cidade estão cobrando até R$ 9.450 por diária, enquanto o preço normal gira em torno de R$ 400. A situação gerou descontentamento entre delegações internacionais, que consideram inviável o custo de participar do evento, levando alguns países a reconsiderar sua presença.
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