- O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro sediará a 7ª edição do Festival LivMundi nos dias 20 e 21 de outubro.
- O evento contará com mais de 60 atividades gratuitas, incluindo performances, diálogos e oficinas, com o tema “Dança das águas”.
- A abertura no sábado terá um cortejo do bloco de maracatu Tambores de Olokun e o show do cantor Zé Ibarra.
- No domingo, a artista Zahy Tentehar apresentará a performance bilíngue “Zengar Haw”.
- O festival também incluirá experiências gastronômicas, uma feira de moda sustentável e exibições de cinema com foco em questões ambientais.
O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro será o palco da 7ª edição do Festival LivMundi, que acontece nos dias 20 e 21 de outubro. O evento, que promove a vida sustentável, contará com mais de 60 atividades gratuitas, incluindo performances, diálogos e oficinas. Com o tema “Dança das águas”, o festival será realizado nos jardins e espaços do MAM, às margens da Baía de Guanabara.
A abertura do festival no sábado incluirá um cortejo do bloco de maracatu Tambores de Olokun. O cantor Zé Ibarra encerrará a programação do primeiro dia com um show. No domingo, a artista Zahy Tentehar, a primeira indígena a conquistar o Prêmio Shell de Melhor Atriz em 2024, apresentará a performance bilíngue “Zengar Haw”.
Atividades e Experiências
O festival também oferecerá uma experiência gastronômica com a Junta Local, que reúne pequenos produtores em um circuito de alimentação artesanal e sustentável. A Feira de Moda e Design Empact apresentará marcas que utilizam materiais reaproveitados e têm baixo impacto ambiental. A intervenção artística “Corpos D’Água”, com curadoria de Batman Zavareze, trará obras que exploram a água como símbolo de vida e transformação.
O cinema terá destaque com exibições como “A Arca do Ziraldo”, uma animação que aborda reflexões ambientais para crianças, e o documentário “Mulheres na Conservação”, dirigido por Paulina Chamorro. A programação inclui ainda a websérie “A Baía que nos Conecta”.
Diálogos e Oficinas
Os Diálogos do LivMundi trarão mesas de discussão sobre temas como espiritualidade e tecnologia. O filósofo nigeriano Báyó Akómoláfé abrirá o evento no sábado com o painel “Água em tempos de fogo: quando a urgência nos convida a desacelerar”. No domingo, o diálogo “Eu e a água – O oceano que nos une” contará com a participação das jornalistas Sônia Bridi e Paulina Chamorro.
As oficinas também prometem atrair o público. No sábado, a atividade “Dança e percussão dos tambores de olokun” convidará os participantes a conhecer o universo do maracatu. As crianças poderão participar de Mergulhando nas Brincadeiras Tradicionais Brasileiras, que resgata cantigas e jogos afro-indígenas. No domingo, a oficina Afrofunk Rio apresentará um treino corporal inspirado nas heranças africanas do funk carioca, enquanto a aula “Kemetic Yoga – Yoga Africano” resgatará posturas do antigo Egito.
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