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Como plantar macela no quintal para ajudar a digestão

Cultivar macela em casa disponibiliza recurso natural para aliviar desconfortos digestivos ao longo do ano, unindo tradição popular e ciência

A macela (ou marcela) é uma planta medicinal nativa da América do Sul
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  • A macela, Achyrocline satureioides, é planta medicinal nativa da América do Sul, tradicional no Brasil, com uso para desconfortos digestivos e potencial econômico no setor fitoterápico.
  • A nomenclatura varia entre macela e marcela, sem diferença taxonômica; a forma “macela” predomina no país, enquanto “marcela” é mais comum no sul e no Cerrado.
  • A planta é herbácea de 40 a 70 centímetros de altura, com folhas verde-acinzentadas, caule fino e pelos que deixam o visual prateado.
  • Para cultivo doméstico, prefira solo leve, bem drenado e arenoso; a macela precisa de sol pleno (pelo menos seis horas diárias) e regas moderadas.
  • Em vasos, use recipientes com 20 a 25 centímetros de profundidade, prefira barro ou cerâmica para boa drenagem, faça poda regular e utilize composto orgânico leve no solo.

A macela, ou marcela, é uma planta medicinal nativa da América do Sul com usos tradicionais para desconfortos digestivos. O cultivo em casa é apresentado como alternativa simples para manter um canteiro medicinal ao longo do ano. Especialistas destacam a relevância da espécie no Brasil, especialmente na região sul.

Segundo Thulio Mariotto, engenheiro-agrônomo e especialista em Fitotecnia, a macela possui importância cultural, medicinal e econômica no país. A planta vem ganhando espaço no setor fitoterápico e na indústria de produtos naturais, unindo prática popular e pesquisa científica.

A espécie é conhecida pela presença de pelos que conferem tom prateado às folhas. Ela é herbácea, com porte entre 40 e 70 cm, caule fino e folhas estreitas, de verde-acinzentado, adaptando-se bem a ambientes abertos e ventilados.

Tradição e ciência: o cultivo da macela

A nomenclatura macela e marcela é usada de forma intercambiável no uso popular, sem diferença taxonômica entre as duas formas. A distinção ocorre apenas na linguagem regional, sem impacto no cultivo ou uso medicinal. Identificação pelo nome científico é recomendada em cultivos comerciais.

A planta é reconhecida pela rusticidade e necessidade de sol pleno para desenvolver-se. Em termos de solo, prefere leve, bem drenado e arenoso, com pouca matéria orgânica. A rega deve ser moderada para evitar problemas radiculares.

Características da planta medicinal

O visual destaca o caule ereto, folhas alongadas e coloração verde-acinzentada. A espécie tolera boa luminosidade, o que facilita o plantio em quintais e canteiros domésticos. O cultivo exige, ainda, poda regular para manter o vigor e estimular a produção de substâncias medicinais.

Dicas de ouro para plantio e manutenção

Para cultivo doméstico, utilize vasos com pelo menos 20 a 25 cm de profundidade. Prefira modelos de barro ou cerâmica, que ajudam na drenagem e na regulação de temperatura das raízes. Em solos, aplique composto orgânico leve durante o preparo. A prática de adubação deve ser simples, com foco em manter o solo arejado.

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