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Desgosto pelo envelhecer persiste em sociedade cada vez mais idosa

Coluna analisa o risco de associar envelhecer a desgosto em uma sociedade cada vez mais idosa, defendendo qualidade de vida e autonomia após os cinquenta

Colunista discute por que envelhecer é visto com desagrado em uma sociedade que está envelhecendo cada vez mais
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  • A coluna de Adri Coelho Silva analisa os riscos de apresentar o envelhecimento como algo negativo em uma sociedade que fica cada vez mais idosa.
  • O IBGE atualizou a pirâmide etária e aponta que, em 2070, quatro em cada dez brasileiros terão mais de sessenta anos.
  • A autora cita Cher e outras personalidades para discutir como o tema é tratado, ressaltando a importância de não espalhar desgosto pelo envelhecer.
  • Aos cinquenta e oito anos, ela diz estar na infância da velhice e faz referência ao conceito de metanoia, da segunda parte da vida, como período de autoconhecimento.
  • Ela apresenta o acrônimo S.A.C.O (Saúde, Autoestima, Coragem e Ousadia) como base para quem vive a partir dos cinquenta, defendendo envelhecer com autonomia e significado.

Adri Coelho Silva, em uma nova coluna, analisa o impacto de reduzir o envelhecimento a um aspecto negativo em uma sociedade cada vez mais velha. O texto questiona a ideia de desgosto com a idade e propõe uma visão mais ampla sobre as mudanças demográficas.

A autora cita exemplos da cultura pop para contextualizar o tema, destacando declarações públicas de figuras famosas que reforçam a percepção de que envelhecer é algo problemático. Também menciona dados do IBGE que apontam para o aumento da população com mais de 60 anos até 2070.

Segundo a coluna, o envelhecimento é visto por parte da sociedade como desafio, embora haja movimento de reconhecimento de que a idade pode representar oportunidade de transformação pessoal, conhecimento e autoconhecimento. A autora reforça a ideia de que o envelhecer pode trazer significado.

A reflexão se volta para a relação entre identidade, estética e saúde ao longo da vida. A autora compartilha uma visão pessoal de que cuidar da aparência não substitui cuidado com a saúde, autoestima e coragem para enfrentar as diversas fases da vida.

Ela apresenta o conceito de metanoia, associado à segunda metade da vida, como convite à descoberta interior. O texto associa esse momento a uma possibilidade de autenticidade e de aprofundamento, sem abandonar o cuidado com o corpo.

A autora comenta ainda a prática de combinar tratamentos estéticos com hábitos de bem-estar. Ela diz que a beleza é apenas uma parte da longevidade, destacando que a autoestima não depende exclusivamente da aparência.

Por fim, a coluna reforça a ideia de viver a vida por inteiro na meia-idade, com leitura, terapia e diálogo aberto. O objetivo é incentivar uma visão mais equilibrada sobre o envelhecer, sem romantizar ou ridicularizar a experiência.

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