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Quatro hábitos de vida que ajudam a chegar aos 100 anos

Centenária de cento e quinze anos, Ethel Caterham evidencia hábitos que podem ampliar a longevidade, como atividade física, alimentação e sono de qualidade

Prática de exercício físico e controle do estresse estão entre as medidas que favorecem a longevidade
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  • Mulher de 115 anos no Surrey, Ethel Caterham, foi reconhecida oficialmente como a pessoa mais velha do mundo.
  • Atividade física regular aumenta a longevidade; cerca de 75 minutos semanais de caminhada já podem acrescentar em torno de dois anos à vida.
  • Dieta com frutas, verduras, grãos integrais, nozes e legumes está associada a envelhecimento saudável, com menor consumo de gorduras trans, carnes vermelhas e açúcares.
  • Sono regular e de boa qualidade é importante para a saúde; adultos costumam precisar entre sete e nove horas por noite.
  • Estresse e redes de apoio social influenciam a longevidade; maior resiliência psicológica e vida social ativa estão ligados a maior probabilidade de viver mais tempo; a genética também tem papel.

Ethel Caterham, de 115 anos, foi reconhecida como a pessoa mais velha do mundo, segundo registros oficiais. O caso vem de Surrey e chama a atenção para fatores que podem influenciar a longevidade. Especialistas destacam que o segredo não é único, mas envolve hábitos de vida.

Estudos sobre longevidade indicam que a prática de atividades físicas regulares e o controle do sedentarismo recebem atenção constante na busca por vida mais longa. A combinação de movimento diário com interrupções do tempo sentado aparece como tema central.

1. Atividade física

Mover o corpo diariamente favorece a saúde e pode ampliar a expectativa de vida. Pesquisas apontam que caminhar cerca de 75 minutos por semana já traz ganhos significativos. Em contrapartida, ficar muito tempo sentado aumenta riscos de mortalidade por várias causas.

2. Comer vegetais

Dietas com mais frutas, verduras, grãos integrais, nozes e legumes aparecem associadas a maior saúde na velhice. O consumo reduzido de gorduras trans, carnes vermelhas e alimentos ultraprocessados também se correlaciona com envelhecimento saudável.

3. Sono

Padrões regulares de sono são ligados a menor risco de morte precoce. Em grandes estudos, quem dorme de forma irregular apresenta maiores chances de desfechos adversos. O NHS recomenda entre 7 e 9 horas para adultos.

4. Estresse

A resiliência psicológica diante de estressores está associada a menor risco de mortalidade. Práticas como ioga podem melhorar a capacidade de lidar com o estresse. Conexões sociais ativas também aparecem como fator positivo para a longevidade.

O papel da genética

A herança genética influencia parte da longevidade, estimada entre 20% e 40%. Embora genes estejam relacionados a maior chance de viver mais, hábitos de vida continuam determinantes para a qualidade de vida na idade avançada.

Mesmo com boa genética, a longevidade depende de acaso biológico. Mulheres como Ethel mostram que, além de hábitos, a sorte biológica desempenha papel relevante. Adotar atividades físicas, alimentação equilibrada, sono adequado e redes de apoio pode ampliar as chances de uma vida saudável.

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