- A taxa de gravidez fica entre 18% e 20% em mulheres com menos de 35 anos, mesmo quando não é o primeiro filho, o que pode exigir mais de alguns meses de tentativa.
- A Organização Mundial da Saúde define infertilidade como a incapacidade de conceber após 12 meses de relações sexuais regulares sem proteção; para mulheres acima de 35 anos, esse tempo é de seis meses.
- Se não houve gravidez, procure ajuda especializada para exames de fertilidade, lembrando que as relações sexuais devem ocorrer com frequência, especialmente na janela fértil.
- Estilo de vida influencia: qualidade da alimentação, prática de exercícios e consumo de álcool sabem impactar as chances; o parceiro também deve ajustar hábitos.
- A ansiedade associada ao processo pode atrapalhar a reprodução, inclusive causando atraso temporário das menstruações em casos de estresse intenso.
A taxa de gravidez entre mulheres com menos de 35 anos fica entre 18% e 20%, independentemente de ser o primeiro filho. Assim, pode ser preciso tentar por vários meses até obter um resultado positivo. Quando é o momento de buscar ajuda médica?
A Organização Mundial da Saúde define infertilidade como a incapacidade de conceber após 12 meses de relações sexuais regulares sem proteção. Para mulheres acima de 35 anos, esse período é reduzido para seis meses. A orientação é buscar avaliação especializada caso não haja gravidez nesse intervalo, desde que as relações sexuais sejam frequentes durante o período fértil.
Além de frequência, o estilo de vida influenciando a fertilidade é destacado por especialistas. Práticas como exercício físico, alimentação de qualidade e consumo de álcool devem ser avaliadas, tanto pela mulher quanto pelo parceiro. O objetivo é entender se hábitos estão contribuindo para a dificuldade de conceber.
A ansiedade associada ao atraso pode atuar como obstáculo adicional. Pesquisa publicada na Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil aponta que estresse intenso pode provocar paralisação temporária das menstruações, levando a uma infertilidade transitória. Assim, quanto maior a pressão, maior a dificuldade de engravidar.
Para tornar esse caminho menos angustiante, há estratégias práticas que ajudam a lidar com a espera. Entre elas, a orientação é buscar informação, planejar consultas e envolver o parceiro no processo. O apoio mútuo é destacado como fator relevante para o acompanhamento.
Outra frente tratada é a relação entre planejamento de vida profissional e a decisão de ter filhos. Em alguns casos, especialistas sugerem avaliar se o corpo está apto a acompanhar o projeto de vida ou se é preciso recalibrar caminhos, incluindo a possibilidade de preservação de fertilidade, como congelamento de óvulos, espermatozoides ou embriões.
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