- Luã Marinatto, editor-assistente de Política e Brasil do jornal O GLOBO, compartilhou sua experiência com a obesidade, incluindo tentativas de emagrecimento e problemas de saúde, como pré-diabetes e dores no joelho.
- Após anos de frustrações, decidiu realizar a cirurgia bariátrica, um procedimento que inicialmente considerava um fracasso.
- Com o apoio de sua noiva, Luã pesquisou sobre o bypass gástrico e passou por avaliações médicas, incluindo laudos de psicólogos e nutricionistas.
- A cirurgia foi bem-sucedida, mas as primeiras semanas foram desafiadoras, com dieta líquida e dores abdominais.
- Atualmente, Luã perdeu um terço de seu peso inicial, as dores no joelho praticamente desapareceram e ele retomou atividades físicas, como o futebol.
Luã Marinatto, editor-assistente de Política e Brasil do jornal O GLOBO, compartilhou sua trajetória de luta contra a obesidade, que incluiu tentativas de emagrecimento e problemas de saúde, como pré-diabetes e dores no joelho. Após anos de frustrações, decidiu realizar uma cirurgia bariátrica, um passo que inicialmente considerava uma admissão de fracasso.
A decisão surgiu em uma conversa com sua noiva, que o apoiou incondicionalmente. Luã passou a pesquisar sobre o procedimento e, após consultas médicas, optou pelo bypass gástrico, técnica que isola parte do estômago. O processo exigiu laudos de psicólogos e nutricionistas, além de mudanças na rotina alimentar e na prática de exercícios.
A cirurgia ocorreu com sucesso, mas as primeiras semanas foram desafiadoras. Luã enfrentou uma dieta líquida restrita e dores abdominais, além de dificuldades emocionais. Com o tempo, adaptou-se à nova rotina, frequentando a academia e ajustando sua alimentação. A perda de peso foi significativa, chegando a perder um terço de seu peso inicial, estabilizando-se abaixo dos 84 kg.
Atualmente, Luã relata que as dores no joelho praticamente desapareceram e ele retomou atividades físicas, como o futebol. A nova qualidade de vida trouxe mais disposição e autoestima. Ele destaca que não sente mais vergonha de sua escolha e acredita que a decisão de realizar a cirurgia deve ser pessoal, refletindo sobre a importância do apoio emocional durante todo o processo.
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