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Americanos consomem muitos alimentos ultraprocessados e conheça opções saudáveis

Consumo de alimentos ultra-processados entre adultos e crianças ainda é elevado, apesar da recente queda nas estatísticas do CDC

Ondacaracola Photography | Moment | Getty Images (Foto: Ondacaracola Photography | Moment | Getty Images)
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  • O consumo de alimentos ultra-processados pelos americanos caiu de 56% para 53% entre adultos e de 66% para 62% entre crianças de até 18 anos, segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).
  • Os alimentos ultra-processados são aqueles que passaram por diversas transformações, como moagem e adição de conservantes.
  • A especialista em dependência de alimentos processados, Joan Ifland, alerta que esses produtos estão associados a problemas de saúde, como diabetes tipo 2, obesidade e doenças cardíacas.
  • A pesquisa do CDC, realizada pela National Health and Nutrition Examination Survey, coleta dados sobre hábitos alimentares desde a década de 1960.
  • Ifland sugere alternativas saudáveis para aqueles que buscam melhorar a dieta e prevenir doenças.

Os dados mais recentes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) revelam que o consumo de alimentos ultra-processados pelos americanos está em declínio, embora ainda permaneça elevado. Entre 2021 e 2023, 53% das calorias consumidas por adultos e 62% entre crianças de até 18 anos vieram desses produtos. Em comparação, em 2017 e 2018, esses números eram de 56% e 66%, respectivamente.

Os alimentos ultra-processados são aqueles que passaram por diversas transformações, como moagem, liquefação e adição de conservantes, resultando em produtos que não se assemelham ao seu estado original. Joan Ifland, especialista em dependência de alimentos processados, destaca que esses produtos estão associados a problemas de saúde sérios, como diabetes tipo 2, obesidade e doenças cardíacas. A redução no consumo pode ser um sinal positivo, mas ainda é uma preocupação para a saúde pública.

A pesquisa do CDC, realizada por meio da National Health and Nutrition Examination Survey, coleta dados sobre hábitos alimentares dos americanos desde a década de 1960. Apesar da queda no consumo, Ifland alerta que a ingestão de alimentos ultra-processados pode levar a uma série de problemas emocionais e físicos. Ao eliminar esses produtos da dieta, muitas pessoas relatam melhorias na digestão e controle emocional.

Entre os alimentos mais consumidos, tanto por adultos quanto por crianças, estão itens como doces e fast food. Para aqueles que buscam alternativas mais saudáveis, Ifland sugere opções que não comprometam a saúde. A mudança nos hábitos alimentares é um passo importante para a promoção de uma vida mais saudável e a prevenção de doenças.

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