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Rede social pode ser proibida para crianças e adolescentes, afirma atriz Leandra Leal

Leandra Leal alerta para a falta de habilidades sociais em jovens e defende restrições às redes sociais para um desenvolvimento saudável

Leandra Leal — Foto: Jorge Bispo
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  • Leandra Leal, atriz e diretora, expressou preocupações sobre os impactos da internet na vida de crianças e adolescentes.
  • Em entrevista ao videocast ‘Conversa vai, conversa vem’, ela destacou a falta de habilidades sociais entre os jovens.
  • Leal, mãe de uma menina de 11 anos, sugeriu a proibição de redes sociais para essa faixa etária.
  • A atriz abordou a evolução da discussão sobre saúde mental, ressaltando o aumento da ansiedade e medo na sociedade.
  • Ela acredita que as redes sociais criam uma ilusão de conexão e deveriam ser restringidas para promover um desenvolvimento mais saudável.

Leandra Leal, atriz e diretora, expressou preocupações sobre os impactos da internet na vida de crianças e adolescentes. Em entrevista ao videocast ‘Conversa vai, conversa vem’, ela destacou a falta de habilidades sociais entre os jovens, sugerindo até a proibição de redes sociais para essa faixa etária.

Mãe de uma menina de 11 anos, Leal, que dirigiu a série ‘A vida pela frente’, abordou temas como luto e saúde mental. A série, disponível no Globoplay, reflete suas experiências pessoais, incluindo perdas significativas na adolescência, como a morte de amigos e familiares. A atriz afirmou que a morte moldou sua vida e sua visão sobre a juventude.

Leal também comentou sobre a evolução da discussão sobre saúde mental, que, embora já fosse um tema presente, ganhou mais destaque atualmente. Ela manifestou preocupação com o nível de ansiedade e medo que permeia a sociedade, ressaltando que as crianças absorvem essas emoções.

A atriz acredita que a tecnologia, apesar de benéfica, tem sido introduzida de maneira prejudicial na vida dos jovens. Segundo ela, as redes sociais não promovem o desenvolvimento de habilidades interpessoais, criando uma ilusão de conexão. Leal defendeu que, assim como o cigarro, as redes sociais deveriam ser restringidas para crianças e adolescentes, visando um desenvolvimento mais saudável.

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