- Carol Ribeiro, modelo e empresária, recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla em abril do ano passado, após anos de sintomas confundidos com menopausa e síndrome do pânico.
- Ela enfrentou crises de fadiga extrema e visão turva, levando-a a buscar ajuda médica.
- Após o diagnóstico, Carol adotou imunomoduladores, alterou sua alimentação e começou a praticar exercícios físicos.
- A terapia se tornou uma ferramenta importante para lidar com a nova realidade, e o apoio da família foi fundamental.
- Carol destaca a importância de desmistificar a esclerose múltipla, afirmando que a doença não é uma sentença de morte e que é possível obter tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Carol Ribeiro, modelo e empresária, recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla em abril do ano passado, após anos de sintomas que confundiu com menopausa e síndrome do pânico. Neste sábado, Dia da Conscientização da Esclerose Múltipla, ela compartilha sua experiência de adaptação e superação.
A modelo, que já trabalhou para grifes como Louis Vuitton e Gucci, enfrentou crises de fadiga extrema e visão turva. “Quando você ouve esclerose múltipla, é um baque,” afirma Carol, que buscou ajuda médica após sentir que não controlava os movimentos do braço esquerdo. O diagnóstico veio após uma série de consultas e exames.
Após o diagnóstico, Carol fez mudanças significativas em sua vida. Ela começou a usar imunomoduladores, medicação injetável a cada seis meses, e alterou sua alimentação, eliminando alimentos industrializados. A prática de exercícios físicos foi incorporada à sua rotina, e a terapia se tornou uma ferramenta importante para lidar com a nova realidade. “A gente precisa se permitir ser vulnerável e mais positiva,” destaca.
Um ano e meio após o diagnóstico, Carol relata que está se sentindo bem e que a adaptação à doença trouxe novos aprendizados. “Estou mais saudável do que antes,” diz. O apoio da família, especialmente do marido, Paulo Lourenço, e do filho, João, tem sido fundamental nesse processo.
A modelo também enfatiza a importância de desmistificar a esclerose múltipla, ressaltando que a doença não é uma sentença de morte. “Estou conseguindo conviver com ela,” afirma, destacando que o acesso ao tratamento pode ser desafiador, mas é possível conseguir a medicação pelo SUS.
Com sua história, Carol Ribeiro busca inspirar outras pessoas a cuidarem de si mesmas e a enfrentarem desafios com coragem e determinação.
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