- Pesquisadores sugerem Ostrobótnia, na Finlândia, como nova potencial Zona Azul, com expectativa de vida de 83,1 anos.
- A média nacional da Finlândia é de 81,6 anos e a média global é de 73,4 anos.
- O estudo, liderado por Sarah Åkerman da Universidade Åbo Akademi, foi publicado no Journal of Aging Research.
- A Galícia, na Espanha, também é considerada candidata a se tornar a primeira Zona Azul do país, com taxas de senescência saudável superiores às de Okinawa.
- Fatores como alimentação saudável, estilo de vida ativo e boas relações sociais contribuem para a longevidade nessas regiões.
As Blue Zones são regiões reconhecidas por abrigarem uma alta concentração de centenários saudáveis. Atualmente, cinco locais são oficialmente identificados, incluindo Okinawa e Nicoya. Recentemente, pesquisadores sugeriram a inclusão de Ostrobótnia, na Finlândia, como uma nova potencial Zona Azul, destacando sua expectativa de vida de 83,1 anos, superior à média nacional de 81,6 anos e à média global de 73,4 anos.
A equipe de pesquisa, liderada por Sarah Åkerman, da Universidade Åbo Akademi, analisou dados de três regiões finlandesas. Os resultados indicam que a Ostrobótnia bilíngue, especialmente a parte costeira, apresenta um “potencial preliminar” para ser considerada uma Zona Azul. O estudo foi publicado no Journal of Aging Research e ressalta que, além da expectativa de vida, critérios como a saúde dos idosos e um estilo de vida saudável são essenciais para essa classificação.
Possíveis Novas Candidatas
Além de Ostrobótnia, a Galícia, na Espanha, também é mencionada como uma forte candidata a se tornar a primeira Zona Azul do país e a sexta do mundo. A região apresenta taxas de senescência em estado saudável que, em alguns casos, superam as de Okinawa. O interesse por essa longevidade atraiu a atenção de cientistas, demógrafos e políticos.
Os fatores que contribuem para a longevidade nessas regiões incluem uma alimentação saudável, um estilo de vida ativo e boas relações sociais. O conceito de Zona Azul foi popularizado por Dan Buettner, que, apesar de críticas sobre a validade dos dados, continua a influenciar pesquisas sobre longevidade e saúde.
A inclusão de Ostrobótnia e Galícia na lista de Zonas Azuis ainda depende de estudos demográficos rigorosos. Se aceitas, essas regiões se juntariam ao seleto grupo que já inclui Ikaria (Grécia), Sardenha (Itália) e Loma Linda (Califórnia, EUA), ampliando o entendimento sobre os segredos da longevidade.
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