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Giovana Cordeiro comenta a normalização de intervenções no corpo

Giovana Cordeiro diz que falar do corpo levou a repensar padrões, buscando equilíbrio entre aparência, saúde e bem‑estar, com apoio da família e Aguenta Firme

Giovana Cordeiro sobre vulnerabilidade — Foto: Reprodução/Instagram
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  • Giovana Cordeiro, 29 anos, revela em entrevista à revista Quem que falar sobre o corpo a levou a repensar padrões, inseguranças e a se reconectar com a própria identidade.
  • Ela critica a ideia de uma única forma de beleza e afirma não naturalizar intervenções estéticas, defendendo equilíbrio entre aparência, saúde e bem‑estar.
  • A atriz criou a hashtag Aguenta Firme para apoiar transições capilares e promover diálogo real sobre corpo, autoestima e diversidade.
  • A família é apontada como pilar de apoio; ela admite que, apesar de ser vista como forte, sente inseguranças e busca lidar com elas.
  • A entrevista destaca a importância de espaços de conversa sobre imagem corporal e de promover narrativas mais inclusivas na mídia, com foco na diversidade.

Giovana Cordeiro, atriz de 29 anos, abriu sobre como falar do próprio corpo a levou a repensar padrões estéticos. Em entrevista à revista Quem, ela enfatiza a necessidade de não naturalizar intervenções e de buscar equilíbrio entre aparência, saúde e bem-estar.

A artista, conhecida pela personagem Bárbara em Dona de Mim, destaca que a discussão de corpo e autoestima não é nova, mas aponta que é comum normalizar mudanças estéticas. Ela diz acreditar em uma visão de beleza mais plural e resistente a modas.

O que a incomoda, segundo a atriz, é a pressão por perfeição. Ela reforça que o corpo não deve responder a impulsos momentâneos, e sim ser entendido, fortalecido e cuidado com necessidades reais.

Giovana criou a hashtag Aguenta Firme, para acompanhar mulheres em transições capilares e compartilhar histórias de aceitação. O movimento visa um espaço de conversa real sobre corpo, autoestima e identidade sem pressão por padrão.

Ela comenta que a família é a base de sua força, mencionando a influência de um militar na formação da disciplina, e o papel de mulheres que exigiram alta performance. Essa rede de apoio alimenta sua confiança, segundo a entrevista.

A atriz ainda relata ser vista como pessoa “forte” por muitos, mas afirma conviver com inseguranças diárias. O relato reforça a ideia de que coragem vem junto com dúvidas e que maturidade envolve aceitar imperfeições.

Ao falar com o público, Giovana sublinha a importância de discutir corpo, autoestima e identidade sem perder o aprendizado. Ela aponta que mídia e publicidade elevam padrões inalcançáveis e pedem equilíbrio entre aparência e bem-estar.

A entrevista, publicada pela Quem, reforça a relevância de espaços de conversa sobre imagem corporal. Giovana agradece o apoio da família e destaca que a verdadeira força está em ser quem se é, mesmo diante de desafios diários.

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