- Letticia Munniz, de 36 anos, desabafou no Instagram sobre o bullying que sofreu na infância e o impacto na autoestima.
- A modelo e apresentadora era ginasta premiada na infância; comentários gordofóbicos a afastaram do esporte.
- Ela relatou que, aos 10 anos, passou a sentir vergonha do próprio corpo e acabou desenvolvendo transtornos alimentares e compulsão alimentar.
- O bullying na escola contribuiu para a percepção negativa do corpo, levando a comportamentos em busca de emagrecimento.
- A cantora explicou que resolveu ressignificar a atividade física e voltou a fazer exercícios, destacando que o esporte melhora a saúde mesmo sem mudanças estéticas.
Letticia Munniz, de 36 anos, desabafou sobre o bullying que sofreu na infância. A modelo e apresentadora publicou um relato no Instagram na terça-feira, Dia Nacional do Combate ao Sedentarismo, contando como os comentários gordofóbicos a afastaram do esporte. Ela era ginasta premiada na infância e começou a se sentir insegura com o corpo.
Segundo a artista, o assédio escolar intensificou a percepção negativa sobre o próprio corpo. Ela relembra que era chamada de coxinha e passou a esconder-se, temer ser vista de perto, especialmente com roupas que antes valorizavam seu físico. A experiência levou a uma visão de vergonha e de inadequação.
A partir de relatos, Letticia descreve uma transformação na relação com a atividade física. Ela explica que o exercício passou a ser visto como saúde, independentemente de mudanças estéticas, e que voltou a amar o movimento ao perceber benefícios para o bem estar. A prática voltou a ocupar lugar central em sua vida.
Contexto
O texto aborda o impacto do bullying na autoestima de uma atleta infantil e a relação com transtornos alimentares. Letticia ressalta que a pressão corporal pode gerar consequências duradouras, incluindo compulsões e distúrbios, ainda que a pessoa mantenha sucesso esportivo.
Caminho para a recuperação
Ela destaca a ressignificação da prática física e a importância de roupas confortáveis. O relato sugere que o apoio adequado e a mudança de ambiente podem favorecer a retomada do gosto pelo esporte e pela atividade física de forma saudável.
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