- O texto analisa o mercado de roupas modeladoras (shapewear), criado a partir da Spanx, com marcas como Skims, Yitty, Honeylove e Commando, vendendo opções para silhueta mais definida.
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- O mercado movimentou cerca de US$ 2,73 bilhões em 2024 e pode chegar a US$ 4,32 bilhões até 2030, segundo a Grandview Research.
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- As peças ajudam a suavizar a gordura e a criar um visual sob a roupa, mas não mudam o corpo nem eliminam gordura.
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- Existem três níveis de modeladores: leve, médio e alto; a escolha depende do efeito desejado e do conforto, com fibras de nylon e elastano, e acabamento que incorpora nervuras, tiras de silicone e fechos na virilha para facilitar o uso.
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- Recomendações comuns incluem testar a elasticidade do tecido, verificar recursos como silicone na parte superior e fechos na virilha, além de considerar modelos que equilibram compressão e conforto, ou usar cintos para criar a ilusão de cintura.
O mercado de peças modeladoras segue em expansão, mesmo diante de questionamentos sobre sua eficácia real. A discussão ganhou espaço com a cobertura de Vanessa Friedman, diretora de moda do New York Times, que analisa o papel das cintas e similares no guarda-roupa moderno. A conversa destaca que, embora possam suavizar linhas e oferecer contorno, essas peças não transformam o corpo. O crescimento do setor é acompanhado por avanços em design e materiais.
Dados do setor apontam para um movimento de US$ 2,73 bilhões em 2024, com previsão de atingir US$ 4,32 bilhões até 2030, segundo a Grandview Research. Marca pioneira como Spanx deu início a um ecossistema que hoje inclui nomes como Skims, Yitty, Honeylove e Commando, todos classificados como shapewear. A ideia é oferecer “roupas modeladoras” que, de forma prática, ajudam a criar uma silhueta sob a roupa, sem prometer alterações permanentes no corpo.
Esclarecimentos técnicos ajudam a entender o que esperar dessas peças. Modeladores variam entre leve, médio e alto nível de compressão, com tecidos de náilon e elastano. O segredo está na trama e na presença de elementos como tiras de silicone para evitar deslizamento e fechos entre as peças, que tornam o uso mais prático. Especialistas ressaltam que o objetivo é melhorar a aparência sob a roupa, não eliminar gordura.
Entre as recomendações, destaca-se a importância de testar a elasticidade do tecido e observar detalhes de construção. Existem modelos com barbatanas ou superior mais firme para sustentar a peça, além de opções com fechamentos na virilha para facilitar o uso diário. A escolha deve considerar conforto, ajuste e o objetivo estético desejado. Em alguns casos, consultores sugerem alternativas como cintos para criar a ilusão de cintura sem o alcance de compressão extrema.
A narrativa também aponta que há espaço para escolhas que não envolvem modelagem externa. Profissionais citados recomendam pensar estratégias de styling, como cintos sobre roupas, para criar o efeito desejado sem depender exclusivamente da peça modeladora. A discussão reforça a necessidade de expectativas realistas quanto aos resultados dessas peças.
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