- A higiene bucal de cães e gatos previne placa bacteriana e tártaro, reduzindo gengivite, periodontite e risco de dor e perda dentária.
- A falta de escovação facilita o acúmulo de resíduos, levando ao cálculo dentário e a evolução para gengivite e doença periodontal.
- O tártaro pode causar dificuldades para comer e, se avançar, pode permitir que infecções atinjam rins, fígado, articulações, pulmões e coração (endocardite bacteriana).
- Sinais de alerta incluem mau hálito, placa visível, gengiva inflamada, sangramento ao mastigar, salivação excessiva e dor na boca; em estágios avançados, há retração gengival e perda de dentes.
- Prevenção: escovar os dentes diariamente em cães e, no mínimo, a cada três dias em gatos, com produtos específicos para pets; uso de brinquedos dentais, petiscos e soluções orais; quando necessário, limpeza profissional com sedação e ultrassom odontológico.
O cuidado com a saúde bucal de cães e gatos é essencial para preservar não apenas os dentes, mas a saúde geral dos pets. A higiene oral adequada evita a placa bacteriana e o tártaro, reduzindo gengivite, periodontite e complicações associadas.
A placa pode evoluir para doenças que dificultam a alimentação e podem permitir que infecções atemporais atinjam rins, fígado, articulações, pulmões e coração. A prevenção depende de rotina diária de higiene.
Por fim, o tártaro pode evoluir para retração gengival, mobilidade dentária e extração de dentes. Os impactos vão além da boca, afetando o bem-estar e a qualidade de vida do animal.
Perigos do tártaro para a saúde dos animais
A placa bacteriana pode evoluir para gengivite e, em estágio avançado, para a doença periodontal, com danos estruturais nos dentes. Sem higiene, o risco de infecções sistêmicas aumenta.
A infecção pode entrar na corrente sanguínea e comprometer órgãos como rins, fígado, articulações, pulmões e coração. Profissionais enfatizam a importância da higiene para evitar complicações graves.
Sinais de alerta
O tártaro costuma apresentar halitose, presença visível de placa, gengivas inflamadas e sangramento. Dificuldade para comer e dor ao toque na boca também são indicativos.
Com o avanço, há retração gengival, mobilidade dental e perda de dentes. Esses sinais indicam necessidade de avaliação veterinária e intervenção.
Prevenção do tártaro nos pets
A escovação diária é ideal para cães; para gatos, o mínimo recomendado é a cada três dias. Use apenas produtos, pastas e escovas específicos para pets.
Brinquedos dentais, mordedores, petiscos e soluções orais ajudam a reduzir bactérias e complementam a escovação. Enriquecem o ambiente e incentivam o cuidado bucal.
Limpeza para remoção do tártaro
Avaliações odontológicas periódicas facilitam a prevenção. Quando necessário, a profilaxia com extratores e ultrassom odontológico ocorre em clínica, sob sedação.
O procedimento é comum e, segundo especialistas, seguro quando executado por profissional. O PetCenso Saúde aponta que a limpeza de tártaro é um dos principais procedimentos em cães e gatos.
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