Em Alta NotíciasPessoasConflitosAcontecimentos internacionaisPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Viúvo de Isabel Veloso: qual o momento de amar novamente?

Especialista diz que o luto não tem prazo fixo e a restauração pode abrir espaço para novos vínculos

1 de 1 viuvo-emociona-ao-mostrar-objeto-com-cinzas-isabel-veloso (1)
0:00
Carregando...
0:00
  • Lucas Borba declarou que está se permitindo amar novamente apenas três meses após a morte de sua esposa, Isabel Veloso, que faleceu em janeiro aos 19 anos por câncer.
  • A declaração gerou debate nas redes sobre o tempo adequado do luto e a possibilidade de novos relacionamentos.
  • A psicologia afirma que não existe um tempo padrão para o luto; o tempo cronológico não coincide com o tempo emocional de cada pessoa.
  • O modelo de processo dual diz que o luto oscila entre orientar-se à perda e orientar-se à restauração, incluindo a busca por novas atividades e vínculos.
  • O apego de cada pessoa influencia a forma como lida com a viuvez; quem tem apego seguro pode compreender que um novo amor não substitui o anterior.

Após a morte de Isabel Veloso, em janeiro, o influenciador Lucas Borba revelou estar se permitindo amar novamente, três meses após a perda. A declaração gerou debate nas redes sobre o tempo adequado de luto e o direito de seguir em frente. O caso ganhou repercussão por envolver uma viúva famosa e uma nova relação pública.

Isabel Veloso faleceu aos 19 anos após uma luta pública contra o câncer, deixando uma legião de seguidores. A franqueza de Borba sobre iniciar um novo relacionamento reacende a discussão sobre luto, memória e a decisão individual de buscar a felicidade após a perda.

O tempo do luto e as pressões sociais

Especialistas lembram que o luto não tem calendário fixo. A psicóloga Cibele Santos afirma que não existe uma medida padrão para o tempo de superação, e que a dor pode seguir ritmos distintos do restante da vida.

A profissional explica o modelo de processo dual, que aponta duas fases do luto: orientação para a perda e orientação para a restauração. Em conjunto, essas fases ajudam a compreender a oscilação entre choro, saudade e retomada de atividades.

Restauração e vínculos

Segundo a psicóloga, seguir em frente não invalida o que foi vivido. A nova relação pode representar suporte emocional necessário para reconfigurar a rotina após dias de cuidado e ausência. Cada indivíduo percorre esse caminho conforme seu apego e contexto pessoal.

O perfil de apego influencia a percepção da viabilidade de novos vínculos. Pessoas com apego seguro tendem a entender que um novo relacionamento pode coexistir com a memória do que se perdeu, ampliando o espaço para novas histórias.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais