- Tricô é versátil e pode acompanhar todas as estações, sendo leve para o verão e mais quente para o frio, com benefícios para a saúde física e mental.
- A matéria comenta formas de usar tricô na moda, como combinar com vestidos, amarrar nos ombros, usar com bermuda no verão e criar camadas com botas, além de opções como amarrações na cintura e detalhes com cetim.
- No guarda-roupa masculino e feminino, o tricô pode aparecer em blazer com gravata de tricô, criando contraste contemporâneo e sofisticado.
- Sobre a história, há registros no Egito no século XI, a técnica aparece na Odisseia de Homero, e a primeira máquina de tricô foi criada por William Lee em 1589; durante a Idade Média e as Guerras Mundiais o tricô teve papel estratégico e social.
- Com a internet e as redes sociais, o tricô ganhou visibilidade global, ganhou importância na moda de alta-costura desde a década de cinquenta e hoje é associado a sustentabilidade, artesanato e prática terapêutica social.
O tricô atravessa gerações e volta às manchetes da moda com novas leituras. Ele pode ser leve no verão ou mais encorpado para o frio, mantendo funções utilitárias e benefícios para a saúde física e mental, inclusive como terapia.
Publicações de moda destacam formas de usar o tricô além do básico. No radar de quem acompanha tendências, peças aparecem combinadas a vestidos, criando produções femininas, contemporâneas e de efeito “cool”.
Pequenos truques transformam o visual: tricô amarrado nos ombros para acrescentar interesse visual; blusinhas leves com shorts no verão; ou um combo tricô, bermuda e botas de cano longo que surge com camadas na barra da bota.
Tendência atual e estilos de mix
A amarração de tricô na cintura valoriza a silhueta de forma sutil e confere toque despojado. Em looks com cetim, o tricô cria contraste de texturas e sobreposições, recursos em voga no guarda-roupa moderno.
No blazer, a gravata de tricô surge como elemento inesperado, proporcionando um visual contemporâneo com sofisticação. A estratégia é combinar peças distintas para um conjunto equilibrado.
História e papel social do tricô
A origem do tricô é incerta, com registros mais antigos no século XI, no Egito. A técnica apareceu na literatura antiga ao lado de relatos sobre a Odisseia de Homero e evoluiu com a invenção da primeira máquina de tricô, em 1589.
Na Idade Média, o uso era comum entre a nobreza e a igreja, com exemplos de peças de tecido encontradas em tumbas espanholas. Durante as guerras mundiais, o tricô teve função solidária, ajudando soldados e movimentos de espionagem.
A partir dos anos 1950, o tricô ganhou impulso na moda de alta-costura, mas ficou visto como passatempo para idosos. A valorização ocorreu com Sonia Rykiel, que trouxe peças minimalistas e coloridas.
A popularidade ganhou força com a internet e redes sociais, que transformaram o tricô em comunidade global de projetos, tutoriais e compartilhamento de ideias. Hoje, ele também dialoga com moda sustentável.
Contribuições atuais e impacto
Além de hobby, o tricô funciona como socialização, com grupos que promovem projetos beneficentes e fortalecem vínculos. Também oferece oportunidades de renda por meio de peças artesanais e customizações.
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